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EDITORA A B R I L
Há pelo menos uns dois anos o processo de reestruturação da Editora Abril segue em vigor, cortes ocorrem com frequência na empresa tentando minimizar o endividamento do grupo de comunicação, que era de R$ 1,3 bilhão em 2017. O prejuízo é superior a R$ 330 milhões, segundo relatório da PriceWaterhouseCoopers. No ano passado
houve mudança da sede da empresa, para reduzir custos, além de constantes mudanças nos cargos diretivos na empresa, mas nada disso adiantou até agora, tanto que na última segunda-feira dia 6 de agosto anunciou o fechamento de diversos títulos, como Cosmopolitan, Elle, Boa Forma, Mundo Estranho, Arquitetura, Casa Claudia, Minha Casa, Veja RIO e Bebe.com. A decisão foi anunciada em uma reunião com funcionários. Em comunicado oficial distribuído pela Editora Abril, a empresa informou que irá “concentrar seus recursos humanos e técnicos em suas marcas líderes”: Veja, Veja São Paulo, Exame, Quatro Rodas, Claudia, Saúde, Superinteressante, Viagem e Turismo, Você S/A, Você RH, Guia do Estudante, Capricho, Mdemulher, VIP e Placar. Essas marcas devem continuar nas plataformas nas quais já atuam. Segundo a empresa, são títulos que “somam audiência qualificada de 125 milhões de visitantes únicos por mês e 5,2 milhões de circulação nas versões impressa e digital por mês, além de centenas de eventos”. O Grupo Abril atribui o fechamento de títulos ao seu “processo de reestruturação” e ao “objetivo de garantir sua saúde operacional em um ambiente de profundas transformações tecnológicas, cujo impacto vem sendo sentido por todo o setor de mídia”. E que “o processo tornou-se obrigatório dentro das circunstâncias impostas por uma economia e um mercado substancialmente menores do que os que trouxeram a Abril até aqui”. Extra oficialmente o número de colaboradores dispensados passa de 600 pessoas dispensadas.
houve mudança da sede da empresa, para reduzir custos, além de constantes mudanças nos cargos diretivos na empresa, mas nada disso adiantou até agora, tanto que na última segunda-feira dia 6 de agosto anunciou o fechamento de diversos títulos, como Cosmopolitan, Elle, Boa Forma, Mundo Estranho, Arquitetura, Casa Claudia, Minha Casa, Veja RIO e Bebe.com. A decisão foi anunciada em uma reunião com funcionários. Em comunicado oficial distribuído pela Editora Abril, a empresa informou que irá “concentrar seus recursos humanos e técnicos em suas marcas líderes”: Veja, Veja São Paulo, Exame, Quatro Rodas, Claudia, Saúde, Superinteressante, Viagem e Turismo, Você S/A, Você RH, Guia do Estudante, Capricho, Mdemulher, VIP e Placar. Essas marcas devem continuar nas plataformas nas quais já atuam. Segundo a empresa, são títulos que “somam audiência qualificada de 125 milhões de visitantes únicos por mês e 5,2 milhões de circulação nas versões impressa e digital por mês, além de centenas de eventos”. O Grupo Abril atribui o fechamento de títulos ao seu “processo de reestruturação” e ao “objetivo de garantir sua saúde operacional em um ambiente de profundas transformações tecnológicas, cujo impacto vem sendo sentido por todo o setor de mídia”. E que “o processo tornou-se obrigatório dentro das circunstâncias impostas por uma economia e um mercado substancialmente menores do que os que trouxeram a Abril até aqui”. Extra oficialmente o número de colaboradores dispensados passa de 600 pessoas dispensadas.
CANAIS ESPORTE INTERATIVO

O jornalista Antônio Barreto, gerente Geral da Turner no Brasil, conversou com Samuel Possebom do site Tela Viva explicando a mudança de estratégia do grupo: "Infelizmente, o mercado brasileiro de TV por assinatura tem perdido base nos últimos três anos e os sinais de recuperação ainda são tímidos. Some-se a isso o elevado custo dos direitos esportivos, a forte retração no mercado publicitário e o custo de manter dois canais no ar. Avaliamos que esse era o melhor momento de fazer a mudança, reduzir os custos e a adotar uma nova abordagem na exibição dos eventos", diz. Na avaliação do executivo, os eventos como Champions e Brasileiro terão um alcance ainda maior, pois a base de distribuição do TNT (14 milhões de assinantes) e do Space (12 milhões) é bem maior do que a dos canais Esporte Interativo, que entraram nas principais plataformas de TV paga há apenas três anos, e em pacotes mais caros. Space e TNT estão praticamente em todos os pacotes básicos. Veja aqui a entrevista completa
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