A importância das web rádios para os novos profissionais

Gabriel Dias da Rede Contínua
 tem apenas 16 anos
Se tem um setor que prolifera no Brasil, esse é o das web rádios. São emissoras que vão muito além da retransmissão da tradicional   ams ou fms  das cidades, porém são emissoras 100% web. Elas podem ser segmentadas (times ou torcidas de futebol e até empresas diversas) - ou até emissoras esportivas com ênfase no futebol é claro.  Muitas dessas novas "webs" viraram a porta de entrada de jovens  estudantes, radialistas e jornalistas que buscam oportunidades nas emissoras com dial fixo, mas sequer conseguiram um teste.  Em São Paulo, destacamos duas emissoras que merecem respeito, pois estão nos estádios e fazem uma cobertura  que não fica a desejar em comparação com prefixos renomados e tradicionais do am e fm, são elas: Rede Contínua e RNN (Rede Nacional de Notícias). Entre as segmentadas estão Web Lusa, Verdão, Coringão, Santista e tantas outras espalhadas pelo Brasil. Na maioria das webs os funcionários são colaboradores ou ganham cachês modestos, em troca praticam e fazem o que mais gostam. Como as "webs" são novas, ainda não existe uma legislação específica, tanto que a FPF (Federação Paulista de Futebol) e a ACEESP (Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo) ainda não autorizam a entrada do repórter de web no gramado.  Algumas emissoras já estão de olho nesse novo segmento que cresce dia a dia, tanto que alguns trabalham ou trabalharam em emissoras com dial fixo. Em São Paulo a
Gomão Ribeiro, narrador da Web Lusa
Rádio Capital antes da terceirização com a ESPN, contratou o narrador Gomão Ribeiro da Web Lusa, já a Bradesco Esportes FM  no início do projeto trouxe o jornalista   Ivan Bruno, que tinha saído da web e na emissora foi âncora, repórter e narrador,  hoje é somente narrador na
 Conexão FM, outro exemplo é Guilherme Pallesi, responsável pela programação noturna da emissora em São Paulo, que começou no meio pela RFC (Rádio Futebol Clube) emissora que não existe mais,  assim como a Voz do Futebol, que era uma das mais forte no segmento, porém também não resistiu a falta de patrocínio e também naufragou.  Não podemos negar o fato de ter muita gente boa por aí na web, que pode ter um futuro promissor na profissão, desde que os meios de comunicação, especificamente o rádio melhore.
Fotos: Facebook

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