segunda-feira, 17 de setembro de 2012

BandNews FM estreia nova coluna de humor “Saca Rolha, um jornal ao contrário”

Depois de José Simão, Marcelo Zorzanelli é a
 nova aposta no humor da BandNews FM
A rádio BandNews FM estreou hoje para toda a rede a nova coluna “Saca Rolha, um jornal ao contrário”. A atração chega para incrementar as intervenções humorísticas ao longo da programação all news da emissora, que já conta com “Buemba!”, de José Simão. “O novo quadro reforça a linha crítica e combativa da rádio, mas sempre em tom positivo, construtivo e com alto astral”, explica André Luiz Costa, diretor de jornalismo da Rede BandNews FM. A veiculação será em pílulas, de segunda a sexta entre 7 e 7h30 e às 7h57, 9h57, 12h40, 18h50 e 21h40, aos sábados às 7h20, 12hs, 17h40 e 21h40 e aos domingos às 9h20, 12h20, 15h40 e 20h40. “Saca Rolha”, que está sob o comando do jornalista Marcelo Zorzanelli, leva ao rádio um noticiário “fake” atrelado aos acontecimentos mais recentes do Brasil e do Mundo. Para se distanciar da programação normal de notícias reais, o quadro terá vinhetas e chamadas diferenciadas e divertidas, seguindo a linha do programa. "Dizem que o noticiário real já está cheio de piadas. Bom, vamos competir com o noticiário real, então, para ver quem é mais engraçado”, diz Zorzanelli. “É um grande orgulho fazer parte desta rádio e espero honrar a aposta num quadro tão ousado com muita qualidade e gargalhadas,” completa. No novo programa, nenhum tema será tabu. Através de um humor ácido, o ouvinte ouvirá piadas sobre política, noticiário policial, economia, comportamento, esportes, tecnologia e entretenimento. 
Sobre Marcelo Zorzanelli:
É cocriador do site Sensacionalista, um dos maiores sucessos da internet brasileira. Antes, trabalhou na revista Época por quatro anos e foi um dos fundadores da revista Alfa, da editora Abril, onde ficou por três anos. No humor, ajudou a criar o Comédia MTV, com Marcelo Adnet, em 2010.
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Foto: Vanessa Lorenzini/BandNews FM

Emissoras de rádio apostam na internet e em novas plataformas

As incertezas sobre o futuro do rádio com a chegada da internet estão superadas. Pelo menos na visão de empresas do setor que têm apostado firmemente na convergência de mídias. A experiência tem sido positiva para algumas emissoras que consolidam seu trabalho na rede mundial e também em plataformas móveis. O aumento de audiência, o fortalecimento da marca e as novas oportunidades de negócios são alguns dos bons resultados relatados por empresários do setor. A convergência de mídias favoreceu o aumento do número de acessos à página eletrônica da rádio Transamérica, por exemplo, que cresceu 64% desde que foi lançada, em dezembro do ano passado. No site, o ouvinte acessa programação, promoções, notícias, vídeos, uma loja virtual e também pode fazer downloads de músicas. “Estudamos a melhor forma de cobrir um evento, divulgar um fato ou alguma novidade, e de forma muito integrada nas diferentes plataformas. O resultado é bem interessante”, afirma Lígia Cervone, gerente de marketing da rádio. A divulgação e realização de eventos em estúdios ou fora deles também são mais valorizados com novas ferramentas de comunicação digital. “O retorno é muito grande. Transmitimos um show de estúdio ao vivo com um artista pela internet e pela programação convencional da rádio, além da divulgação nas redes sociais. Foi sucesso imediato”, afirma a executiva. Com a popularização de dispositivos móveis, algumas rádios não se preocupam mais só em manter sua programação em sites. Agora, elas também investem na criação de aplicativos para tablets e smartphones. Os softwares de celulares proporcionam mais uma forma de acessar a programação predileta do ouvinte. São úteis quando o espectador, por diferentes motivos, não consegue sintonizar o dial, seja por não possuir um receptor em seu aparelho, por estar distante do alcance das ondas eletromagnéticas, ou mesmo por eventuais problemas técnicos. Além de ouvir a programação ao vivo, ler mensagens instantâneas e participar de promoções por meio desses softwares, é possível acessar o conteúdo em outro momento. “Baixando um aplicativo, o ouvinte não tem o trabalho de abrir um browser e digitar um endereço de site. O aplicativo dá a ele acesso direto a programação”, afirma Paulo Gilvane, diretor-geral da Agência Radioweb. Ele afirma que acompanhou desde o início os debates sobre rádio versus internet. “No início os radiodifusores se assustaram um pouco. Mas com o tempo perceberam que a internet é importante e uma aliada”, afirma. A empresa a qual dirige completou 11 anos no último mês e usa a internet exclusivamente como plataforma de distribuição de conteúdo. São postadas 50 matérias por dia, que geram uma média de 7 mil downloads diários. Criatividade - Na opinião de Cyro Martins, gerente de jornalismo da Rádio Gaúcha, a tarefa daqui para frente será a de usar a criatividade para vender publicidade com novos modelos de negócios. “Não podemos simplesmente transpor para a web o produto feito para o dial. Os modelos online devem ser revistos”, diz. A emissora conseguiu elevar a audiência e garantir verbas com uma nova experiência de anúncio. Em vez de veicular um spot convencional sobre um famoso site de notícias da região, o locutor estimulou os ouvintes a acessarem a página para encontrar determinada informação sobre um patrocinador. “Por causa da força que a rádio tem na região, os ouvintes acabaram aumentando o acesso do site e ainda visualizaram a marca do patrocinador. A emissora foi remunerada e o site e a marca tiveram mais visibilidade”, afirma Martins. Outra experiência que ele conta é que, em três meses, o número de seguidores do perfil da rádio no Twitter aumentou em 50% após chamadas durantes as programações. “A marca está na rádio e está na internet também, oferecendo um produto com um valor diferenciado”, opina outro executivo do setor, sobre a importância de as rádios estarem na internet. Segundo Marcelo Cohen, gerente comercial da Jovem Pan Online, a emissora está “totalmente” equipada com as novas plataformas, não só com aplicativos e conteúdos especiais para smartphones, mas também com TV própria na internet. 
As novas mídias também têm somado audiência na divulgação de grandes marcas de responsabilidade da emissora. “O rádio é essencial, ele nunca vai morrer. Ele consegue passar uma mensagem mais rápida que a própria internet. E a internet está aí para expandir ainda mais o conteúdo da emissora”, afirma. 
Fonte: Assessoria de Comunicação da Abert