domingo, 1 de janeiro de 2012

Trajetória do ídolo palmeirense

Capa oficial do livro
“Deixei de ser só profissional quando recusei os milhões do Arsenal para jogar a Série B. Ali, já falei com o coração.” Essa e outras declarações marcantes do goleiro Marcos estão em “São Marcos de Palestra Itália”, livro publicado pela Realejo Edições e que já está disponível nas livrarias de todo o país.
O jornalista e escritor Celso de Campos Jr., autor da consagrada biografia do sambista Adoniran Barbosa, reconta em 304 páginas a trajetória do caipirão que chegou ao Palmeiras com a fama de ter sido trocado por doze pares de chuteiras e alcançou o topo do mundo como titular da Seleção Brasileira pentacampeã na Copa de 2002.
Trecho do Capítulo 1
A noite de São Marcos
Derby do Século. Duelo Histórico. Jogo da Vida. Não faltavam nomes fantasia para aquele Palmeiras e Corinthians de 5 de maio de 1999, o mais importante confronto em oito décadas de intensa rivalidade entre os dois maiores clubes de São Paulo. Alviverdes e alvinegros, claro, já haviam protagonizado batalhas eletrizantes, como a final do Campeonato Paulista de 1954, que deu ao time da Fazendinha a faixa de Campeão dos Centenários, ou a decisão do Paulista de 1993, triunfo que redimiu o Verdão de uma fila de 17 anos sem conquistas. Pela primeira vez, porém, o Derby deixava os redutos do Brás, Bixiga e Barra Funda para ganhar ares e dimensões internacionais: Palmeiras e Corinthians digladiavam-se em uma fase eliminatória da Copa Libertadores da América, e apenas o vencedor poderia saciar a obsessão latina que tomava conta de ambas as torcidas.
Em jogo, estava uma vaga na semifinal do mais prestigiado torneio do continente. Mas diante do alto poder de fogo das duas equipes, o clima era de final antecipada: quem sobrevivesse ao combate estaria com uma mão na taça. A conquista da América era o objetivo traçado pelo Palmeiras desde o momento em que o técnico Luiz Felipe Scolari desembarcara no clube, um ano e dez meses antes. Igualmente hipnotizado pela competição, depois de vencer o Brasileiro de 1998, o Corinthians confiava no entrosamento do elenco campeão nacional para superar o rival.

Serviço:
São Marcos de Palestra Itália
Autor: Celso de Campos Jr.
Editora: Realejo Edições
16x23 cm
304 páginas
ISBN 978-85-99905-48-7
R$ 49,90
Foto: Realejo Edições

Daniel Piza é enterrado em SP

Piza voltaria das férias dia 11 de janeiro
O corpo do jornalista e escritor Daniel Piza, vítima de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) na última sexta-feira, foi enterrado no Cemitério de Congonhas, em São Paulo, por volta das 11h deste domingo.
Ele estava reunido com sua família na cidade de Gonçalves, interior de Minas Gerais, para as festas de fim de ano, quando começou a passar mal. Piza, de 41 anos, foi atendido de imediato pelo pai, que é médico, mas não resistiu.
Piza começou no jornalismo em 1991, no próprio Estadão, no qual ultimamente era colunista dos cadernos C2 e Esportes. Além do impresso, ele mantinha um blog no Estadão.com.br e era comentarista da rádio Estadão-ESPN, emissora em que chegou a apresentar os programas ‘Estadão no Ar’ e ‘Direto da Redação’ durante a semana ao lado de Mia Bruscatto.
Além de editor-executivo, colunista e apresentador do Estadão, ele trabalhou também nas redações da Folha de São Paulo, Gazeta Mercantil, e na rádio CBN de São Paulo onde foi comentarista esportivo entre 2007 a 2009.
Como escritor publicou 17 livros, voltados para o jornalismo e História.
Piza deixa a mulher, a também jornalista Renata Piza, e três filhos, Letícia, de 14 anos, Maria Clara, de 10, e Bernardo, 6.
Foto e fonte: Facebook e Comunique-se