terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Santos homenageia Deva Pascovicci na Vila Belmiro

Como antecipamos nesse espaço em dezembro de 2016, (veja aqui) a diretoria do Santos cumpriu o prometido,  e inaugurou no último sábado dia 18 de fevereiro  o setor de cabines de transmissão para tvs Devair Paschoalon, nome de batismo do grande narrador  Deva Pascovicci, que foi uma das 71 vítimas fatais do acidente aéreo  da LaMia, no triste dia 28 de novembro em Medellín. Deva foi um santista apaixonado pelo time da Vila Belmiro, infelizmente  nos deixou precocemente aos 51 anos.
Carolina, filha do narrador
Deva Pascovicci
P
rofissional exemplar,  sempre foi imparcial quando transmitia no rádio ou na tv, só os amigos mais próximos sabiam o quanto ele "cornetava" ou comemorava após terminar o seu trabalho quando transmitia jogos do Santos. As filhas Carolina e Mariana Paschoalon, além d e Rosana,  viúva do narrador estiveram na inauguração do espaço e foram presenteadas pela diretoria com flores e camisa personalizada do peixe. Parabéns a diretoria do Santos, seus conselheiros e principalmente ao presidente Modesto Roma pela linda homenagem.
Fotos: Divulgação


Rádios do Grupo Bandeirantes transmitem o Carnaval de São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador

As rádios do Grupo Bandeirantes transmitem os desfiles das escolas de samba do Rio de Janeiro e de São Paulo, além da festa em Salvador. Confira a seguir os detalhes da programação. A Rádio Bandeirantes e a BandNews FM se unem na transmissão do desfile das escolas de samba da capital paulista na sexta-feira e no sábado. A equipe terá André Coutinho na apresentação, Letícia Valente e Willian Kury nas reportagens e o cantor e pesquisador musical especialista em samba Helder Celso nos comentários. A Rádio Bandeirantes leva ao ar até sexta-feira a série “Samba de Sampa”, que conta as histórias dos samba enredos das escolas paulistanas deste ano. A emissora também acompanha a folia nos principais blocos de São Paulo e a festa em outras cidades do Brasil, como Salvador, com a participação especial de Betinho, que apresenta o Band Folia na tela da Band. No domingo de Carnaval, a Rádio Bandeirantes abre espaço para a cobertura do Oscar. A partir das 22h, o programa “Bandeirantes Acontece” acompanha a cerimônia direto de Los Angeles com apresentação de Paulo Galvão e comentários de Edison Delmiro e Marcio Tadeu. Além da festa em São Paulo, a BandNews FM também acompanhará a folia no Rio de Janeiro no domingo e na segunda-feira de Carnaval. O desfile das escolas de samba será apresentado por Pablo Ribeiro, reportagens de Flávio Besse e Pedro Antônio Guimarães e comentários de Bruno Felippo. Ao longo de todo o carnaval, a BandNews FM também levará aos ouvintes todas as informações sobre as principais festas no Brasil, como Salvador e Recife, além de toda a prestação de serviço para quem vai viajar. A Band FM transmitirá os desfiles das escolas de samba de São Paulo. Robson Ramos na apresentação, Marcinha e Wilson na reportagem e comentários de Lívia Andrade. A emissora também marca presença em Salvador com um estúdio avançado dentro do camarote da Planeta Band Othon. A emissora transmitirá flashes ao vivo direto da festa durante todos os dias de folia, sempre a partir das 20h, com participação especial de Lívia Andrade.

Rádio Memória - Motorádio

1969 Pacaembu - Eli Coimbra (esquerda)
entrega o Motorádio o volante  Denílson
 do Flu,  eleito melhor jogador em campo. 
Os mais novos não vão se lembrar, porém quem gosta de futebol já ouviu a famosas histórias de que os bons jogadores do passado eram presenteados com o MOTORÁDIO. Foi assim nos anos 60, 70 e parte dos anos 80, essa a última década de ouro do rádio esportivo. O Motorádio era  um aparelho de rádio para carros, que tinha grande captação de áudio e grande alcance radiofônico. O Motoradio virou lenda no nosso futebol por ser durante duas décadas o prêmio de melhor jogador nas partidas. 
A saudosa TV Tupi premiava os atletas com um aparelho Motoradio, depois vieram as grandes emissoras de rádio do eixo Rio-SP. Entre as inúmeras histórias dos jogadores que ganharam o famoso aparelho se destaca a frase verídica  de Biro-Biro, melhor em campo no empate por um gol contra a Ponte Preta, sua frase foi destaque na  edição de 19 de outubro de 1979 na Revista Placar, disse o volante: “A moto eu vou vender e o rádio eu vou dar para minha avó”. Arrancando risadas de todos até hoje. O jogador pensava que eram dois prêmios. No inicio da década de 1990, foi constituída a empresa Audiomótor que utiliza a marca Motobras, sendo que os sócios da empresa Audiomótor foram antigos funcionários da Motoradio. A fábrica está atualmente situada na cidade de Brasópolis, MG conta com escritório também em São Paulo.
Fotos: Revista Placar

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Humor e Solidariedade


No próximo dia  08/03, às 19 horas, o Teatro João Caetano apresenta o espetáculo: " Num é mole ser Duro! Humor e Solidariedade". um espetáculo de humor com dois grandes nomes da TV e do rádio: Paulinho Gogó (personagem de Maurício Manfrini) e Manoel Tamancas (de Luizinho Campos).  Toda a renda será revertida aos trabalhadores em greve na Super Rádio TUPI, há meses sem salários, décimos terceiros, e sem recolhimento de FGTS. Prestigiem.
Fonte e Foto: Sindicato dos Radialistas do Rio de Janeiro

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Momento "JJ"

Como não fazer uma transmissão de futebol em rede no rádio
Primeiro: Pegue um grande jogo de futebol, por exemplo um jogo do Barcelo na Champions League. Segundo: Pegue a equipe de transmissão de uma  praça só, exemplo Rio de  Janeiro. Terceiro: Use e abuse durante a transmissão de palavras que são conhecidas regionalmente, exemplos: "tripidante", "sinistro", "meirmão"..........
Pronto! A Transmissão de um grande jogo será um sucesso na praça local,  afinal os nomes dos profissionais da equipe são conhecidos e a transmissão carregada de sotaques, jargões e expressões regionais...Binnngo.
Mas e como ficam as outras emissoras em rede, afinal a cobertura é de alcance nacional?
Bem, pelo que estamos ouvindo ultimamente Isso pouco importa paras  "Jênios Jestores". É claro que a situação poderia ser contrária, a transmissão poderia  conter ser paulista, baiana, paranaense, gaúcha, potiguar etc... Não se trata de racismo ou coisa do gênero, simplesmente que uma transmissão com linguagem regional agradaria mais o seu ouvinte, afinal seu público é local. O que acontece geralmente é que o ouvinte área de transmissão fica se sentindo um peixe fora da água,  refém de uma transmissão que não lhe agrada e dependendo do jogo ou direitos de transmissão a coisa fica pior, pois fica sem opção no rádio. Nesse caso ou ele  ouve insatisfeito ou muda de  frequência até chegar em casa pra terminar de ver o jogo, ou desliga o rádio. Será que é nesse caso específico  fica tão  difícil mesclar a equipe com profissionais das duas ou três praças?  Não dá pra fazer a transmissão local? Porque cada praça não faz o mesmo separadamente? "Ué", era assim há pouco tempo atrás "meu" ou "mermão".
Futebol no rádio tem que ser regional, no mínimo ter equipe mista. Caso contrário fica muito ruim de se ouvir quando você desconhece ou pouco tem a ver com a linguagem usada na  jornada esportiva. Cada praça, tem seu ouvinte, o ouvinte está cada vez mais exigente, hoje ele é seduzido por inúmeras plataformas de transmissão alternativas de jogo, música, entretenimento etc. Óbvio que  o rádio é diferente da tv,  pelo simples fato de ter imagem e a narração ser mais pausada na tv. Já tentaram "nacionalizar " programas esportivos como se eles fossem o Jornal Nacional ou Jornal da Band e não deu certo.  #RIPRADIO

16 de Fevereiro - dia do Repórter


Arte: Portal Comunique-se

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Projeto abre inscrições para oficinas gratuitas de rádio e locução esportiva

Estúdio da Web Rádio
A Fundação Nossa Senhora Auxiliadora do Ipiranga (FUNSAI), situada na zona Sul de São Paulo, abriu inscrições para oficinas gratuitas de rádio e locução esportiva. O curso integra o projeto “Conectados”, que oferece o total de 60 vagas para interessados em participar. Os organizadores informam que as inscrições devem ser feitas presencialmente. As informações são do site Periferia em Movimento. São 30 vagas de aulas de rádio para alunos maiores de 18 anos, a serem realizadas duas vezes por semana, às terças e sextas-feiras, das 9h15 às 11h45 ou das 14h00 às 16h30. As aulas para esta disciplina começam em 27 de março e seguem até novembro. Outras 15 vagas são destinadas a alunos com idade de 12 a 17 anos e 11 meses. Os encontros serão realizados também duas vezes por semana, porém as quartas e quintas-feiras, das 14h00 às 16h30. Os participantes das oficinas de rádio fazem sua prática ao vivo por meio de uma web rádio. Para o curso de locução esportiva o número de vagas é menor, apenas 15. Além disso, apenas maiores de 18 anos podem participar. As aulas são realizadas aos sábados, das 9h30 às 12h. As aulas desta modalidade começam em 1º de abril. A programação da oficina de rádio inclui: Interação com equipamento; Locução (aulas práticas e teóricas); Sonoplastia (aulas práticas e teóricas); Produção de texto; Linguagem AM, FM e Internet; História do Rádio; História da Internet; Noções de legislação; Noções de dicção; Produção (laudas e roteiros); Novas tecnologias; Programação; Transmissão (lp, link, streaming); Intervenções externas; Publicidade; Criação de Projetos. A oficina de Locução Esportiva inclui: Notícias diárias; Reportagens; Programa esportivo; Elaboração de entrevista (exclusiva ou coletiva); Elaboração de texto; Espelhos/roteiros; Transmissão; Noções de sonoplastia; Operação de áudio. Os interessados devem fazer inscrição pessoalmente na Rua Clóvis Bueno de Azevedo, 145 – próximo à estação do metrô Alto do Ipiranga. É necessário levar foto 3×4, cópia do RG do responsável, cópia do RG do participante e cópia do comprovante de residência. Mais informações pelos telefones
(11) 2063-6072 (11) 2061-6257
Foto: Divulgação