sexta-feira, 24 de março de 2017

Rádio Globo dispensa comunicador que está no ar há 30 anos

Por: Léo Dias - Jornal O Dia
Antônio Carlos deve ir para a Super Tupi
A partir de 16 de maio, a dona de casa vai ouvir outra voz nas manhãs da Rádio Globo. É que o querido radialista Antônio Carlos vai deixar a emissora, que colocará Otaviano Costa em seu lugar. A coluna conversou ontem à tarde com Antônio Carlos. “A diretoria da rádio chegou à conclusão de que precisa rejuvenescer os ouvintes. Então vão entrar novos locutores”, explicou. O ‘Show do Antônio Carlos’ é líder no horário da manhã há muito anos. “Eu tenho audiência e um bom faturamento, mas isso não é suficiente. Me ofereceram para ficar aos sábado e domingos, mas eu não quero. Estou velho e gosto de ficar com a minha família no fim de semana”, disse. Hoje, o radialista vai se reunir com a direção da Tupi —principal concorrente da Rádio Globo —para ver se acerta sua ida para lá. “Eu quero ficar, mas não sou o dono da Rádio Globo”, desabafou Antônio Carlos. A ida do profissional para a Tupi pode salvar a emissora que anda mal das pernas e com diversos processos trabalhistas. É que a agência que faz a propaganda dos supermercados Guanabara pertence a Antônio Carlos. E ele indo para a concorrência, leva o anunciante consigo. “Claro que o Guanabara vai comigo. Somos parceiros de uma vida. Mas isso não significa deixar de anunciar na Rádio Globo. Somos profissionais e queremos atingir esse público”, garantiu ele, que tem contrato até agosto com a emissora da família Marinho. Além de Otaviano Costa, quem está cotada para ir para a Rádio Globo é Mariana Godoy, que entraria na vaga de Roberto Canázio. Tudo para conquistar jovens ouvintes. A coluna tentou falar com o diretor da rádio, Marcelo Soares, mas ele não retornou às nossas ligações até o fechamento desta edição.
Foto: Arquivo pessoal

A informação já havia sido divulgada anteriormente (dia 21-03) com exclusividade pelo site Rádio de Verdade, (confira aqui) 



Não existe crise?
Em outubro do ano passado, após várias demissões ocorrerem na Rádio Globo e os funcionários da  Super Tupi  recorrerem  a Greve para receber os salários atrasados o comunicador foi no mínimo  infeliz ao comentar em seu programa que: "Não existe crise" e que todos tinha que arregaçar as mangas e trabalhar. Esse comentário causou indignação do repórter e  seu companheiro Gelcio Cunha que não concordou e falou justamente do momento delicado no meio rádio (veja vídeo abaixo). Agora por ironia do destino o comunicador foi dispensado da emissora, já que não quer com o "prêmio de consolação" que seria as manhãs de sábado e domingo. A  "troca" forçada deve ser bem vinda ao rádio carioca. A renovação da rádio Globo  está só começando e muitas outras mudanças de impacto vão ocorrer nos próximos meses. Lembrando que o canal analógico da tv em São Paulo será encerrado dia 29. A partir dessa data esses canais serão usados para migração do rádio am em fm. Segundo planejamento do Ministérios das Comunicações a migração em São Paulo vai ocorrer no segundo semestre. Essa deve ser a estratégia das Organizações Globo, rejuvenescer a sua programação com nomes conhecidos da tv para emplacar em FM e obter novos ouvintes e patrocinadores.




Na época o comunicador Pedro Augusto que também ficou indignado com o comentário do comunicador da Globo respondeu ao vivo em seu programa na Tupi (abaixo)

Novidade na Rádio USP FM

Roxane Ré estreia na USP FM dia 27 de março
A Rádio USP estreia nesta segunda-feira seu novo programa de jornalismo, em parceria com o Instituto de Estudos Avançados – IEA, voltado à análise das notícias de maior impacto, a fim de proporcionar melhor entendimento dos fatos do cotidiano nacional, seja no plano da política, da economia, da cultura ou dos costumes. Você poderá acompanhar a programação de segunda à sexta, das 7h30 às 9h30, com contribuições reais e posições de pesquisadores da USP sobre temas da atualidade e análises que possibilitem o aprofundamento das questões sob pontos de vistas novos e exclusivos, soluções viáveis e propostas de políticas públicas. O programa Jornal da USP que estreia na próxima segunda-feira dia 27 de março, terá como âncora, a jornalista Roxane Ré, que foi apresentadora da CBN, Rádio e TV Cultura e Rádio Estadão, ela abrirá o jornalismo da emissora pela manhã e transmitido em rede pela Rádio USP São Paulo e Ribeirão Preto. Para acompanhar o Programa, Jornal da USP, basta sintonizar no 93,7 FM em São Paulo e 107,9 FM por Ribeirão Preto ou pela internet, através do site jornal.usp.br e também pelo nosso aplicativo, gratuito, “Jornal da USP” do seu celular. “Jornal da USP, o jornal que analisa os fatos e propõe soluções”
Foto: Arquivo Pessoal

Eldorado demite

Emanuel Bomfim, Robson Morelli, Marília Ruiz e Sacheto
Programa de esportes migrou para a internet
e perdeu qualidade técnica
As demissões não param no Grupo Estado, com o fim da rádio Estadão e consequentemente menor espaço em sua "nova" grade de jornalismo que foi incorporada na Eldorado FM, a direção do Grupo demitiu mais três funcionários, os operadores   Alexandre Selles e Carlos Valério, Patricia Bechelli (produtora de chamadas da Estadão) e Giuliana ( produtora do finado Estadão Noite). Pouquíssimos jornalistas e operadores trabalham hoje na Eldorado FM. Outros jornalistas como César Sacheto por exemplo foi remanejado para o o Jornal, além de ancorar o programa de esportes, que agora é apresentado pela página "Estadão Esportes"  no Facebook. 

Saiba o que o Grupo Estado ganha com o fim da Rádio Estadão

Por: Marco Antônio Pereira - Rádio Base

Muito se fala por aí sobre o fim da Rádio Estadão. É possível que todas as análises estejam certas, inclusive aquelas que dizem que se trata de uma derrota do Grupo Estado e de seus dirigentes que não souberam gerir os negócios na área radiofônica. Esta visão é compartilhada por muita gente séria que conhece o mercado. Entretanto é bom sempre se jogar luz ao que deixou de ser dito: se tivesse sido tão ruim, o grupo Estado teria “fechado” sua principal mídia eletrônica tão facilmente assim? Vamos por partes. É preciso se fazer um rápido retrospecto da “virtual” estação de rádio (este conceito sob aspas explicarei mais adiante). A Rádio Eldorado AM foi inaugurada em janeiro de 1958, com muita pompa e circunstância, como era costume na época. O Brasil ainda estava vivendo na “Era de Ouro” do Rádio, dos dourados “Anos JK”, uma época de progresso e de certa opulência na economia. Em seu livro “Eldorado, a Rádio Cidadã”, o ex-diretor da emissora João Lara Mesquita informa que depois de um certo encantamento provocado pela novidade do veículo a Eldorado foi esquecida pela direção do jornal. Ele relata também que, ao longo dos anos 1960, Luís Carlos Mesquita, seu tio e um dos diretores do jornal – revitalizou a sua programação com relativo sucesso. Entretanto, em 1972, seu “Tio Carlão” veio a falecer fazendo com que a rádio fosse abandonada até o início da década seguinte quando João Lara fora convidado a assumir a direção daquilo que os membros de sua família – controladora das empresas do Grupo Estado – chamavam de “estatalzinha” porque se gastava muito com ela e não se faturava nada. Ao longo de pouco mais de vinte anos, João Lara Mesquita conta que teve uma luta diária para manter as rádios Eldorado como “players” do mercado radiofônico. Ele revela que, apesar do sucesso comercial que conseguira com a FM, jamais teve o mesmo êxito com a estação de 700 KHz, muito embora avalie que tenha ajudado a revolucionar e renovar o radiojornalismo brasileiro com ele. Esta sina continuou mesmo depois de sua saída, em 2003, quando um grupo de credores assumiu o controle de todas as empresas. A Rádio Eldorado AM sofria com índices de audiência cada vez mais microscópicos e uma qualidade de transmissão a cada dia pior. Nem a tão festejada parceria com a ESPN que, segundo se comentava na época, rendia cerca de 200 mil reais para a emissora de televisão da Disney especializada em esportes, a cinqüentenária estação de ondas médias não conseguia mais decolar. Depois de tentar voltar sozinha aos velhos tempos de jornalismo 24 horas, a Eldorado AM – agora rebatizada de “Rádio Estadão” – arrendou sua frequência para a Nossa Rádio, pertencente à Igreja Internacional da Graça de Deus, do missionário R.R. Soares. O arrendamento foi uma bela solução para o grupo Estado, que finalmente poderia faturar com a rádio AM e poder possivelmente fazer caixa para implantar sua segunda emissora de FM na faixa estendida, além de diminuir o passivo das empresas de rádio. Porém, a antiga Eldorado FM – agora transformada em “Rádio Estadão FM” – continuou a transmitir a sua programação com audiência e faturamentos muito baixos, ao passo que a Eldorado FM – “a verdadeira” – conseguia manter uma boa receita de publicidade em “parceria” com a Fundação Brasil 2000, senhoria de sua atual “casa”, os 107,3 MHz. Pode parecer “non sense”, mas a decisão que tomaram, do ponto de vista “empresarial” foi essa mesmo: arrendar o próprio canal de FM, fazendo mais caixa e continua com a tal “parceira de conteúdo” com a Fundação e tentar acomodar parte do jornalismo que era produzido na Rádio Estadão. Desta maneira fica claro que o grupo Estado não está perdendo nada com essas mudanças. Até mesmo o patrocínio da Motorola que conseguiram para o quadro “Blitz Estadão” foi devidamente deslocado para outra atividade dentro do jornal – no caso, uma suposta exposição fotográfica composta por imagens feitas por fotógrafos do jornal, usando supostamente o equipamento do patrocinador. O uso dessa máquina na produção do conteúdo da extinta atração radiofônica também era o mote para o patrocínio: demonstrar as qualidades do novo modelo de celular que tira fotos com altíssima resolução e coisas afins. Conveniente, não? Só não foi conveniente os profissionais de rádio que, a exemplo de Marcel Naves – produtor e apresentador da “Blitz Estadão” – perderam seus trabalhos dentro do Grupo Estado e para os ouvintes que, mais uma vez, nem ao menos foram avisados das mudanças que afetariam o seu modo de ouvir Rádio. Lamentável.

quinta-feira, 23 de março de 2017

POP BOLA completa 4 mil programas

Equipe do programa POP Bola
Criado em 2002, na Rádio Cidade, o POP BOLA chegou como proposta inovadora aliar informação esportiva à comédia no rádio FM, fazendo sátiras ao futebol carioca. Entre 2002 e 2011 foi chamado de Rock Bola e após passagens pela Cidade, FM O Dia, Oi FM e MPB FM, o programa passou a integrar em abril de 2013, a grade de programação da Bradesco Esportes FM. Mesmo sendo o líder de audiência da emissora, no dia 29 de junho de 2015, a empresa alegou a necessidade de economizar por conta da crise financeira que atinge o país, e por isso, retirou o programa da grade. O grupo continua junto publicando videos irreverentes no seu canal do Youtube (Pop Bola Esporte Clube) e atuando nas diversas mídias sociais (Twitter, Facebook, Instagram). O Pop Bola atualmente na Rádio Globo Rio de Janeiro no horário das 16h00. O programa foi ao ar pela primeira vez em 28 de janeiro de 2002 pela Rádio Cidade do Rio de Janeiro à 102,9 MHz. Apresentado por Alex Escobar, a mesa ainda era composta por um comentarista de cada um dos quatro grandes clubes do Rio. Para o Botafogo, Lopes Maravilha; Para o Flamengo, Sérgio Meireles; com o Fluminense, o cantor Toni Platão; e para o Vasco, Feijó. Inicialmente, o programa apresentava uma novidade em relação às outras rádios FM voltadas para o público jovem, a escassez de músicas, em sua maioria rock and roll, que iam ao ar apenas nos intervalos. Eram dados maiores oportunidades para a irreverência dos membros do programa. Com o passar do tempo, novos integrantes passaram a compor a mesa. Feijó deu lugar a Waguinho e Meirelles saiu provisoriamente para a entrada de Rogério Faustão. O diretor do programa Alexandre Araújo também começou a participar ativamente do show. Em 2004, passaria a integrar o programa o repórter Smigol, apelidado de "o repórter bizarro". Porém, três saídas significativas foram sentidas pelos fãs do Rock Bola. Alex Escobar, que havia sido contratado pelo Sportv para comentar jogos transmitidos pela emissora, foi convidado para ser membro fixo do programa Tá na Área e cedeu o cargo de apresentador para o diretor Alexandre Araújo. Também para o Sportv seguiu o redator Marcos Bolinho. Em 2006, mesmo sendo líder de audiência veio o baque. A Rádio Cidade estaria sendo vendida para a companhia telefônica Oi. Com a ameaça do fim do programa, o Rock Bola e seus integrantes mudaram-se duas semanas após o fechamento da rádio para a emissora FM O Dia. Contudo, a mudança não foi do agrado de parte de seus fãs, já que a nova emissora transmitia músicas como pagode, samba e axé music. Com apenas alguns meses na FM O Dia, inesperadamente o Rock Bola foi retirado do ar. Ainda em 2006, o programa retornaria ao seu dial original, 102,9 MHz, na Oi Fm, emissora que comprou a Rádio Cidade. Em pouco tempo, o programa retornou ao sucesso e também passou a ser transmitido para o Espírito Santo. Devido ao sucesso, o programa que tinha duração de uma hora, ganhou mais meia hora, a partir de novembro de 2009, sendo transmitido no horário de 12:00 às 13:30, de segunda a sexta-feira, com reprise de 20:00 às 21:30. Em 2010, o repórter Smigol saiu, contratado que foi pelo SporTV, para entrada de BB Monstro. Em 23 de janeiro de 2012, os integrantes passaram a fazer parte da MPB FM (90,3), perdendo o nome original devido a um processo do Grupo Jornal do Brasil, que se declarou proprietário da marca. Logo, houve uma enquete no site da rádio para o novo nome do programa, as opções foram: Pop Bola (1º lugar), Talk Show de Bola (2º Lugar), Nhoque Bola (3º Lugar) e Gato de Bolas (4º Lugar). No dia 29 de março de 2013, a equipe se despediu dos ouvintes do 90,3. E em 1º de Abril de 2013, o Pop Bola passou a ser transmitido pela Bradesco Esportes FM Rio . 
Equipe atual do programa é um dos destaques
 da programação Rádio Globo Rio
Em 2015, duas baixas importantes na formação original do programa. Após a Rádio Cidade retornar e voltar com a ideia do RockBola com uma nova formação e formato diferente do original, Waguinho e BB Monstro deixaram o PopBola da Bradesco Esportes FM. Uma eleição com 16 participantes foi feita para que a vaga de vascaíno do programa fosse assumida, e Alex Calheiros foi o vencedor da disputa que durou cerca de 2 meses. Para o lugar de BB Monstro, o estagiário da emissora, James Azevedo, passou a ser utilizado como repórter fixo do programa. Ele também é responsável pela cobertura de Fórmula 1 do programa. Atualmente, o Pop Bo,a esta na Radio Globo RJ, das 16 às 17h, com Alexandre Araujo, Lopes Maravilha, Alex Calheiros, Tavares e Frajola.
Fotos: Divulgação

quarta-feira, 22 de março de 2017

Rádio Grenal altera grade de programação

Desde ontem ( terça-feira) o programa ‘Dupla em Debate’, da Rádio Grenal FM, apresenta novo formato. A atração, que vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 11h às 13h, passou a ser comandada pelo radialista Thiago Suman e contará, agora, com a participação de João de Almeida Neto e Kenny Braga como convidados nas segunda, quartas e sextas-feiras. A intenção, conforme a diretora Artística e de Produção da emissora, Marjana Vargas, é fazer com que a dupla de comentaristas passe a ser fixa no programa.  Os radialistas Douglas Cauduro e Roberto Moure e o produtor Thiago Rocha continuam na atração, assim como Xicão Tofani. A coordenação da atração é de Marjana Vargas e a produção também é de Eduardo Zandavalli Brandelli. A operação de áudio fica a cargo de Rodrigo Piñeiro de Lima, Otávio Nascimento, Renato Silva e Leonardo Souza, com coordenação de Diogo Rossi. Outra novidade fica por conta da estreia do ‘Grenal Bom dia’, comandado pela dupla de radialistas Carlos Lacerda e Rogério Bohlke. A atração, que entrou na grade ontem, é transmitida das 5h às 6h. Marjana explicou ao portal que a intenção do novo programa é iniciar a discussão sobre a dupla Grenal mais cedo. Com a novidade, o programa da madrugada ‘Boteco Grenal’, que antes era veiculado das 2h às 6h, diminuiu uma hora de duração. Suman, que já estava na equipe do ‘Dupla em Debate’ como debatedor, assumiu no lugar de Alex Bagé que, por sua vez, estreou nesta segunda-feira, 20, às 6h, no comando do ‘Café com Futebol’. A atração, que segue até as 9h, conta, também, com Carlos Lacerda e Rogério Bohlke na equipe. Além da transmissão de entrevistas coletivas e a prestação de serviços de informação sobre trânsito e temperatura, os entrevistados participam ao vivo e por telefone.
Fonte: Coletiva.Net

segunda-feira, 20 de março de 2017

Paulo Maluf irrita Datena ao afirmar que ele não tem audiência, tudo isso ao vivo na Rádio Bandeirantes

Datena encerrou entrevista após Maluf
afirmar que ele não tem audiência
Uma entrevista feita por Datena em seu programa 90 Minutos, na Rádio Bandeirantes, terminou em bate-boca. O jornalista perdeu a paciência com o ex- Goveranadir e atual deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) na última  sexta-feira (17). Veja abaixo alguns trechos:
O problema não é o que você construiu, o problema é que dizem que você levou muita grana para construir isso. 
– Não é verdade! É mentira! E se você assinar embaixo desses caluniadores eu vou ter que processar você, Datena. 
– Você faz o que você quiser, Maluf! Eu estou preocupado com processo seu? Você tem quantos processos parados em Brasília?
– Eu tenho 50 anos de vida pública.
– E eu tenho 45 de jornalismo! Você não vem com ameaça! Você não venha me ameaçar aqui não porque não tenho medo de ameaça não, Maluf! 
– Eu não estou te ameaçando, não. 
– Você está me ameaçando, sim! Não tem coisa mais vil do que você ameaçar alguém. Você quer continuar a entrevista para me ameaçar, para rusgas passadas, ou você quer continuar a entrevista legal e responder o que eu te pergunto?
– Nunca pedi pergunta, você só não pode mentir pela boca dos outros.
– Eu não estou mentindo! Eu estou falando o que todo mundo diz e você tem a oportunidade de responder! Por que você não responde o que eu pergunto? Você não está respondendo, você está tendo o sagrado direito de responder! 
– A sua rádio e a tua potência aí, infelizmente, têm muito pouca audiência, mas na Rede Globo eu me defendo. 
– Você acha que nós temos pouca audiência? – Vocês, não. Você. 
– Então por que você está falando aqui? 
– Porque você me convidou, me telefonaram três vezes. A discussão começa por volta dos 8 minutos de entrevista, ouça abaixo.