segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Ex-narrador da Transmérica estreia na Rádio Central de Campinas

A boa notícia do final do semana veio de Campinas, o narrador Antônio Edson, o popular "Tonicão" estreou na Rádio Central de Campinas  narrando a vitória do Guarani por um a zero contra a Portuguesa em jogo válido pela série C do Campeonato Brasileiro. Abaixo segue o primeiro gol do Tonicão em sua nova casa, gol de Fumagali de cabeça aos seis minutos do segundo tempo, gol que deu uma boa vantagem ao Bugre que lidera o grupo B da competição com 31 pontos.
Antônio Edson agora
na Rádio Central
A equipe da Rádio Central de Campinas conta com os narradores Decimar Leite, Antônio Edson e Roger Williams, Júlio Nascimento narra e também é âncora da equipe de esportes que além de Elias Aredes, terá em breve outro comentarista segundo apuramos. Outra novidade  será a contratação de outro repórter, hoje a emissora conta com  Pedro Orioli. Lembrando que, o Repórter TVB Record, Paulo do Valle, neto do Luciano do Valle também participa de algumas transmissões. Heitor Freddo, Repórter da tvb Record, filho do Adilson Freddo, é comentarista de alguns jogos também. Parabéns e boa sorte a toda equipe da Rádio Central.
Foto: Divulgação

Rômulo Mendonça: A narração "pop" da Olimpíada

 

Reportagem Fillipe Mauro -  Coluna Mônica Bergamo  (TV FOLHA)  - Foto Danilo Verpa -FolhaPress

Em 2008, o jornalista Rômulo Mendonça, mineiro de Divinópolis, veio a São Paulo para participar de uma seleção para uma vaga de locutor no canal esportivo ESPN. Ao lado do comentarista Mauro Cezar Pereira, teve de simular a narração de uma partida de futebol.
"Foi aí que tive uma ideia brilhante: abolir o gol", conta ele, um pouco rouco, ao repórter Fillipe Mauro, um dia depois de retornar do Rio de Janeiro, onde narrou freneticamente 30 partidas de vôlei dos Jogos Olímpicos. "Que coisa mais chata o narrador que só grita 'gol!'. Decidi inovar e gritar 'fatal!'."  O bordão, apenas um entre as dezenas que já cunhou e que ganharam a internet durante a Olimpíada pelo tom escrachado e pelas referências ao universo pop, agradou a Mauro Cezar. Ele foi aprovado, mas a crise econômica daquele ano obrigou o canal a congelar suas vagas e a manter o convite em aberto. A contratação do jornalista formado pela PUC de Minas veio apenas em 2011, para as transmissões das ligas americanas de basquete, futebol americano e beisebol. Antes disso, trabalhava em rádios de Belo Horizonte.   Tudo deu certo no final, em algum sentido, porque em 2008 minha noiva tinha acabado de sofrer um AVC, por muito pouco não morreu, e precisava da minha ajuda."  
Narrações do vôlei feitas por  Rômulo Mendonça
melhoraram os índices de audiência do canal
Hoje ele é um dos responsáveis pela audiência do canal ter atingido a vice-liderança na TV fechada após a Olimpíada. Enquanto anda pelos estúdios da ESPN, Rômulo recebe cumprimentos dos outros funcionários.  Tímido, o torcedor do Atlético Mineiro fica avermelhado quando uma colega de emissora salta da cadeira e grita que a mãe dela só passou a ver jogos de vôlei por causa dele. "Coitada! Eu quero é saber se ela ainda está viva", responde o locutor.  Narrar partidas de vôlei da Olimpíada foi, na realidade, uma surpresa para ele, que esperava ser escalado para os jogos de basquete, esporte que praticou na juventude.  "Fiquei desesperado. Eu não sabia nada de vôlei. Assisti a tantos jogos das ligas que agora sei de cor o nome de toda a escalação da China, do Japão e da Coreia. Tá cheio de Kim, Liu e Yang."  O pai, de 79 anos, recuperando-se de problemas de saúde, ficou emocionado quando soube da oportunidade dada a Rômulo. "Esse aqui vai narrar a Olimpíada, doutor", contava seu Manoel aos médicos, orgulhoso, enquanto o filho o acompanhava nas consultas.  O locutor diz que a mulher, a também jornalista Fabiana Ribeiro, com quem agora divide um apartamento no bairro de Pinheiros, é audiência garantida para seus bordões. * O ineditismo do vôlei na carreira de Rômulo estimulou o improviso. Foi assim que, nas transmissões da ESPN, a cada saque, ele "abençoava" o time do técnico Bernardinho com seu "mantra do ragatanga", alusão ao hit da extinta banda Rouge. Cada toque na bola se tornava, na narração do mineiro, uma sílaba de "aserehe ra de re", o refrão dançante e grudento da música.  Wallace de Souza, um dos artilheiros, acabou virando o "macho alfa" do time. E, toda vez que a equipe brasileira pontuava, o locutor mandava um "aqui não, neném! No nosso puxadinho, não!".  Na pequena sala estofada onde narra os jogos das ligas americanas, ele explica como se cria um bordão. "Tem que ser algo inusitado, que vá além do jogo."   ede um copo d'água, testa o som e põe na tela a cena de uma cesta de três pontos de uma partida de basquete. "Uma jararaca alienígena!", ele berra, arrancando risos de quem está no estúdio.  Cada vez mais as pessoas reconhecem Rômulo pelas ruas. Antes de entrar no ar ao vivo, ele pergunta aos seguidores do Twitter se as "romuletes" estão a postos.  A cantora Maria Rita se tornou uma das tietes e passou a interagir com o narrador pela rede social depois de um ponto brasileiro contra a Itália, na final do vôlei na Olimpíada, quando o locutor disparou: "aqui não tem Laura Pausini, aqui é Joelma!", em alusão à cantora italiana e à ex-vocalista da banda Calypso.  Rômulo diz que odeia heróis e que gosta é de personagens e caricaturas. Para ele, ufanismo só vale se for sincero e vier carregado de uma boa dose de ironia. "Tudo muito impecável e muito chato na TV brasileira. Qualquer um grita 'é campeão'. É preciso mais que isso. Também vejo muito chororô. Choro é bom. Mas é subjetivo. Não interessa ao público."  No início do ano, ele precisou se queixar à rádio Jovem Pan. Na cobertura do afastamento de Dilma Rousseff, a emissora estava reproduzindo o bordão "ela disse adeus", que o locutor usa nos jogos da NFL. "Pedi na mesma hora que não usassem mais. Estava fora de contexto e não representa minha opinião."  Sobre o desempenho do Brasil na Olimpíada, o narrador diz que "o grande problema é que só investimos em atletas de alto desempenho". "Não temos base. Não há uma cultura do esporte desde cedo. Agora que a Rio-2016 acabou, imagino que teremos sérios problemas de patrocínio para os atletas nos jogos de Tóquio em 2020."  Com contrato prestes a vencer (e elogios de funcionários da concorrência), Rômulo negocia com a ESPN sua renovação. O estilo dele engordou a audiência do canal na Olimpíada. Só no vôlei, os índices mais que dobraram até o fim dos jogos.

Jornalistas esportivos que casaram no Maracanã lançam livro de futebol infanto-juvenil


Alexandre Araújo e Aline Bordalo, lançam livro
" Onde a coruja dorme e outras histórias
Aline Bordalo e Alexandre Araujo foram unidos pelo futebol. Convidada a participar do programa de rádio que ele apresenta, o ‘Pop Bola’, da Rádio Globo, Aline falou do livro que estava escrevendo, e Alexandre deu a ideia do título: “Onde a coruja dorme”. Ela adorou. Um ano depois, os dois começaram a namorar e ele terminou a história que ela começou. Veio a ideia de escrever outras histórias, seguindo a mesma linha – expressões do futebol e bichinhos, para crianças e adolescentes. A quatro mãos, foram surgindo “O frango que queria ser goleiro”, “O drible da vaca”, “Deu zebra”. As historinhas brincam com expressões conhecidas do futebol, e recriam significados para elas. O entrosamento da dupla foi sacramentado no Templo do futebol. Aline e Alexandre foram o primeiro (e único) casal a trocar as alianças no Maracanã, no ano da Copa de 2014. 
Serviço
“Onde a coruja dorme e outras histórias” - dia do lançamento: 15 de setembro -   Local: Livraria da Travessa do Shopping Leblon  - horário: 19h. Ilustrações: Mauro Britto Editora: Editora: Livro Ilimitados Número de páginas: 60.
Aline Bordalo – jornalista há mais de 20 anos, trabalhou como repórter esportiva e apresentadora da Band, SBT, SporTV e Globo Esporte do Ceará, acompanhando inúmeros jogos de dentro do campo. Atualmente escreve para o site Paixão Futebol. Alexandre Araujo - jornalista, radialista, roteirista e compositor. Atualmente, apresenta os programas Pop Bola e Panorama Esportivo, na Rádio Globo. Já passou por Rádio Bandeirantes AM SP, Rádio Nove de Julho, Rádio Cidade, Globo FM, OI FM, MPB FM, FM O DIA, Bradesco Esportes FM, TV Record, Multishow ,SporTV, Fox Sports e Canal Viva. Já escreveu para o jornal Extra, Agência Estado, revistas Placar e Super Interessante.
Foto: Divulgação

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Comissão do Congresso discute MP da flexibilização da Voz do Brasil

Campanha de Flexibilização da
 Voz do Brasil feita pela ABERT
Medida Provisória 742/16, que autoriza a flexibilização do programa A Voz do Brasil durante as Olimpíadas e Paralimpíadas, já começou a ser analisada por uma comissão mista do Congresso Nacional. Instalada no dia 22, a comissão é presidida pelo senador Paulo Bauer (PSDB-SC) e tem como relator o deputado José Rocha (PR-BA). A MP flexibilizou o horário de veiculação do programa entre 19h e 22h, durante o período de 5 de agosto e 18 de setembro. A flexibilização durante os jogos olímpicos e paralímpicos foi uma resposta ao pedido da ABERT para que houvesse um horário alternativo, a exemplo do que foi feito durante a Copa do Mundo de 2014. Naquele período, apenas um terço (33%) das rádios flexibilizou o horário. Durante as Olimpíadas, esse número foi ainda menor: 20% aderiram à flexibilização. Segundo o diretor geral da ABERT Luis Roberto Antonik, a explicação para a baixa adesão está no fato de as emissoras brasileiras terem adaptado seus planos de negócios e, diferentemente do que acontece em todo o mundo, na sua maioria, terem desistido do horário noturno. "Para a esmagadora maioria das emissoras, não há razão para alterar a grade horária por um curto período de tempo", justifica. 
80 anos no ar 
A Voz do Brasil foi criada em 1935, durante a ditadura Vargas, com o objetivo de levar informações sobre as ações do governo federal para a população. Tratava-se de um serviço de 30 minutos diários e pago. Naquele ano, o Brasil tinha apenas 41 emissoras de rádio, todas AM, e nenhuma TV. "Era uma realidade completamente diferente. A população costumava dormir às 21 horas, não havia escola noturna. E hoje, a frota de veículos é de 45 milhões, e antes alcançava apenas 90 mil carros. Hoje o Brasil tem mais de 11 mil rádios e 16 mil geradoras e retransmissoras de TV. A rede brasileira de emissoras educativas e comunitárias possui cerca de seis mil emissoras de rádios e 220 emissoras de televisão educativa", avalia Antonik. Atualmente, cerca de 50% das rádios e TVs educativas são controladas pelo poder público (Executivo, Legislativo, Judiciário) e universidades públicas. Além desses meios, a maioria dos órgãos dos três poderes possuem sites de informação e prestação de serviços na internet. "Não se trata de extinguir a Voz do Brasil, mas de adequar o programa à nova realidade. Já imaginou se todo mundo tivesse que parar o que faz às 19 horas? Com o rádio é assim. E justo quando você mais precisa dele, para ouvir informações de trânsito, música e entretenimento no horário de pico. Por isso, a flexibilização do horário da Voz do Brasil, das 19 às 22 horas, precisa ser aprovada já", defende Antonik. 
Baixa audiência 
De acordo com a Pesquisa Brasileira de Mídia 2014 da Presidência da República sobre a audiência do programa, 32% dos entrevistados disseram não conhecer a Voz do Brasil, nem mesmo "só de ouvir falar". Quando perguntados sobre se ouviam o programa e em quantos dias por semana, 66% responderam que nunca ouvem. Antonik explica que mesmo com o texto da MP, as emissoras de rádio continuarão obrigadas a retransmitir o programa, já que a flexibilização proposta é de três horas e o programa deverá ser retransmitido pelas emissoras comerciais e comunitárias, sem cortes, entre 19h e 22h. O setor de radiodifusão defende a flexibilização permanente do horário de veiculação do programa, “com o intuito de aumentar a disposição do ouvinte em acompanhar a Voz do Brasil e, consequentemente, aumentar a audiência das emissoras”, afirma Antonik. Para ele, a possibilidade de escolher o horário de transmissão da Voz do Brasil terá reflexos na audiência da emissora. “Cada rádio tem um público-alvo, com isso, o horário de veiculação do programa deve ser decidido pela própria emissora, sempre em benefício do seu público. Seria muito importante a flexibilização permanente para as rádios transmitirem sua programação com mais liberdade”, disse. "O Brasil do terceiro milênio não admite obrigar as pessoas a ouvirem um programa de rádio que elas não querem ouvir", completa.  
Horário flexível 
Segundo o relator da MP na comissão, um substitutivo poderá ser apresentado, mantendo a flexibilização em definitivo, após os jogos do Rio. "Vai ser um horário determinado, entre 19h e 22h. As emissoras serão obrigadas a anunciar o horário que vão retransmitir a Voz do Brasil, para que o ouvinte possa se programar para ouvir naquele horário, sem ultrapassar as 22h”, disse Rocha.
Fonte: Abert

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Propaganda eleitoral gratuita em Rádio e TV começa nesta sexta-feira (26)

A partir dessa sexta-feira  dia 26 de agosto, as emissoras de rádio e televisão deverão transmitir a propaganda eleitoral gratuita para que os candidatos a prefeito e vereador em todo o país possam expor suas propostas. Com a Reforma Eleitoral de 2015 (Lei nº 13.165/2015 que alterou a Lei nº 9.504/97), o período da propaganda foi reduzido de 45 para 35 dias. Portanto, o último dia de propaganda no primeiro turno será 29 de setembro, conforme prevê a Resolução TSE nº 23.457. Os canais de rádio e televisão deverão reservar dois blocos de dez minutos cada, duas vezes por dia, de segunda a sábado, no caso de campanha para prefeito, pois a Lei 13.165 acabou com a propaganda eleitoral em bloco para vereador. No rádio, a propaganda será transmitida das 7h às 7h10 e das 12h às 12h10. Na televisão, os candidatos vão se apresentar das 13h às 13h10 e das 20h30 às 20h40. Já as inserções serão veiculadas em tempos de 30 e 60 segundos para prefeito e vereador, de segunda a domingo, em um total de 70 minutos diários, distribuídos ao longo da programação entre 5h e 00h. A divisão deverá obedecer a proporção de 60% para prefeito e 40% para vereador. Em relação aos diversos fusos dos estados, o horário da propaganda eleitoral gratuita deverá sempre considerar o horário oficial de Brasília.
Fonte: TSE

DO BLOG
A maioria das emissoras estão preparando conteúdos diferenciados ou  vão seguir normalmente  a programação via internet. Daí a importância dos aplicativos.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Goulart de Andrade e os bastidores do rádio

O apresentador e jornalista Goulart de Andrade morreu na madrugada desta terça-feira, 23, no Hospital Sancta Maggiore, em São Paulo. Aos 83 anos, o profissional estava internado há cerca de duas semanas para o tratamento de problemas no sistema cardiorrespiratório, mas seu estado se agravou. Ele deixa a mulher, tinha três filhos, três netos e uma bisneta. Goulart iniciou a carreira de mais de seis décadas na extinta TV Rio, com o programa ‘Preto no Branco’, em 1958. Nos anos 1970, trabalhou no ‘São Paulo Especial, ‘Fantástico’ e no ‘Comando da Madrugada’, todos pela TV Globo. Ele acumulou passagens pelas principais emissoras do pais, como Tupi, Band, SBT e Record, onde desempenhou papeis relacionados ao mercado publicitário, direção e atuação. 
“Vem Comigo” 
Seu último trabalho foi na TV Gazeta, com o programa ‘Vem Comigo’, cujo nome faz referência ao bordão criado pelo profissional e reconhecido como sua marca. Na atração, ele lidava com alunos da Fundação Cásper Líbero, que tinham a missão de repaginar reportagens históricas para a linguagem atual. O acervo pessoal do apresentador está disponível na Cinemateca de São Paulo, com mais de 12 mil horas de gravações.
Em 1983, Goulart de Andrade foi visitar os bastidores de um programa de rádio de humor, chamado "Balancê", que ia ao ar pela Rádio Excelsior (hoje CBN). Na matéria, Goulart conversou com Fausto Silva, então apresentador da atração, e o convida para apresentar um programa na TV Gazeta, o "Perdidos na Noite". 29 anos depois, ( esse vídeo é de 2014) os alunos de Comunicação da Faculdade Cásper Líbero Giuliana Giannoccaro, Allan Bezerra, Marcela Araújo Denardi e Dâmaris Dellova discutiram o humor nas mídias brasileiras. Eles entrevistam a Cia de Humor Os Barbixas, composto por Daniel Nascimento, Anderson Bizzocchi e Elidio Sanna, que ganhou sucesso com vídeos publicados na internet, tudo é claro com a supervisão do grande jornalista Goulart de Andrade que nessa edição, mostrou os bastidores  do programa "Na Geral", da Rádio Bandeirantes, que mistura futebol e humor e conversou com o  humorista e locutor comercial e publicitário Beto Hora. Valeu Goulart De Andrade, muito obrigado pelos 61 anos de ótimos serviços prestados ao jornalismo.
Fonte: Comunique-se  e  Fundação Cásper Líbero

Rádio Estadão acerta na contratação de dois experientes jornalistas esportivos

Sem muito alarde, a Rádio Estadão contratou dois grandes jornalistas que estrearam nessa segunda-feira dia 22-08 - são eles os experientes Luis Carlos Quartarollo que estava no mercado desde sua saída da Rádio Jovem Pan e Marília Ruiz, que trabalhou na Folha de São Paulo, Diário Lance e TV Record entre outros. Os dois se juntaram ao âncora César Sachetto que comanda o programa  "Estadão Esporte Clube"  que vai ao ar das 19 as 20 horas de segunda a sexta-feira no FM 92.9 Mhz de São Paulo. O debate com a interação do ouvinte funciona bem, mas pra ser melhor ainda falta a presença de pelo menos dois repórteres que poderiam chamar as sonoras e interagir com os comentaristas  em vez de simplesmente o âncora chamar uma sonora do treinador do clube por exemplo e na volta debater o assunto falado com os outros colegas. Muito bom Estadão, mas dá pra melhorar.