quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Eliane Cantanhêde estreia coluna na Rádio Jornal de Recife

Jornalista terá coluna  às segundas-feiras
A Rádio Jornal de Recife, reforça seu  time de comunicadores e agora conta com a participação de Eliane Cantanhêde em sua grade de programação. Uma das maiores colunistas do Brasil, a partir da próxima segunda-feira (14) ela faz uma análise dos bastidores da política e do poder com informações que traduzem para os ouvintes o passo a passo do destino político do País. A coluna vai ao ar às segundas-feiras, às 8h30, dentro do programa Supermanhã, com Geraldo Freire. A coluna é em formato de bate-papo, com perguntas e respostas. A ideia é dar informação, mas contextualizando, analisando e opinando sobre o que está acontecendo em Brasília com forte repercussão em todo o resto do País. “Estou animadíssima para começar”, comemora. “Há muitos anos que acompanho com certa atenção também a diplomacia e a área de Defesa. Mas, com uma crise desse tamanho como a que estamos vivendo, meu foco tem sido exclusivamente a política interna. Vou falar diretamente da capital da República levando aos nossos ouvintes uma visão de perto sobre o que está ocorrendo no governo, no Congresso, no Judiciário e nas relações entre os partidos”, explica a jornalista. Além disso, são comentados os principais projetos de interesse nacional que estão em pauta e as perspectivas da semana para o cenário político.
Experiência - Formada em jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), Eliane Cantanhêde começou a atuar como jornalista antes mesmo de receber o diploma. Primeiro como repórter no Jornal do Brasil, depois na revista Veja. Ao longo da carreira, passou por praticamente todos os órgãos da chamada grande mídia, sendo diretora das sucursais dos jornais O Globo, Gazeta Mercantil e Folha de S.Paulo em Brasília. Também foi chefe de Redação da sucursal do Jornal do Brasil e colunista no próprio JB. Ainda exerceu a função de colunista na Gazeta, e, por 17 anos, na Folha. Atualmente é colunista no Estado de S.Paulo. Hoje Eliane se considera uma jornalista multimídia, porque, além da coluna do Estadão, às terças, quartas e domingos, também participa do telejornal GloboNews Em Pauta e é comentarista da Rádio Estadão. 
Fonte: JC News
Foto: Divulgação

Prestação de serviço fortalece o rádio

Dados do IBOPE comprovam a força do rádio

O rádio ainda é um meio forte no Brasil. Levantamento do Ibope Media, realizado entre janeiro e março deste ano com 41.033 pessoas em 13 regiões mostra que o rádio é ouvido por 89% dos brasileiros. De um total de 52 milhões de ouvintes, 53% são mulheres e 47% homens. O conteúdo preferido de um ouvinte é notícia e prestação de serviço, consumido por 65% da audiência, em segundo lugar, está a música, preferência de 47%, seguida de conteúdo religioso, 19%, esportes, 18%, variedades e humor, 18%, opinião, 11% e participação de ouvintes, 7%. A maioria dos ouvintes ainda ouve o rádio pelo aparelho comum, cerca de 65%, no automóvel o dial é o preferido de 24% e 16% ouvem no celular e smartphone. A internet é o meio que divide a atenção com o rádio. 21% dos ouvintes acessam a internet e ouvem rádio simultaneamente. Já 17% dividem seu tempo entre rádio e TV, 17%. E 14% escuta o rádio lendo jornal ou revista. Dos 13 mercados pesquisados, todos possuem penetração acima de 85% sendo Fortaleza e Belo Horizonte com o maior alcance, 94%. No fim do ano passado, uma pesquisa do Ibope Media mapeou os hábitos de consumo de rádio entre a população brasileira, porém, com um maior período. Os dados, coletados de julho de 2012 a agosto de 2013, apontavam que 90% dos brasileiros são ouvintes de rádio. Além disso, para 70% desse público o meio é uma alternativa de entretenimento. A pesquisa também mostrou que os ouvintes dedicam, em média, três horas e 51 minutos por dia para ouvir rádio. O período que registra a maior audiência é por volta de 10h. Grande parte do público ainda prefere ouvir músicas e notícias no conforto do lar. Para 53% dos entrevistados, o local em que mais ouvem rádio é em casa. O restante já o faz no trabalho ou via celular. A busca por informação é outro anseio do ouvinte de rádio. Metade dos pesquisados declarou ouvir notícias diariamente e 55% deles dizem confiar plenamente no meio para se informar acerca do cotidiano. Já no lado do entretenimento, a pesquisa evidenciou as múltiplas preferências musicais dos brasileiros. Para 50% dos entrevistados, o maior consumo no rádio é do estilo sertanejo. Na sequência, aparece a MPB, ouvida por 41% dos pesquisados. Em terceiro lugar ficaram os sucessos nacionais (as canções que figuram entre as mais pedidas das emissoras), com 38%; samba e pagode, com 37% e hits internacionais, com 33%. Receita do Rádio O Projeto Inter-Meios, de Meio & Mensagem, que traz dados completos de investimento em mídia no Brasil, mostra que, em 2014, o Rádio recebeu 6,7% de toda a receita do mercado somando um total de R$ 2.664 bilhões, alta de 1,8% em relação a 2013.
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Fonte e foto: IBOPE e  Meio e Mensagem

Rádio AM sobrevive com má qualidade e baixa audiência

Nas últimas duas décadas, proprietários de rádios AM fizeram promessas de que, "em breve", a péssima qualidade sonora de suas emissoras iria desaparecer, e ser substituída pelo alto e bom som digital. Bem, isso não vai ocorrer.Mesmo assim, em pleno início do século 21, as rádios AM sobrevivem, mas sua audiência caiu ano após ano. A rádio AM mais ouvida de São Paulo (e, portanto, do país), a Globo, tem cerca de 135 mil ouvintes por minuto – o que representa metade da audiência da FM mais sintonizada de SP, a Nativa (271 mil ouvintes por minuto).No entanto, a soma das 10 rádios AM mais sintonizados não chega a 400 mil ouvintes por minuto. Além disso, dados obtidos pela coluna apontam que, no interior do país, quase 50% das rádios AM estão nas mãos de igrejas – a maioria, evangélicas. Por quase oito décadas, as AM (amplitude modulation) foram a principal transmissão via rádio, ainda que sujeitas a todo tipo de interferências.
Tabela: Uol - Dados de maio de 2015