terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

TV Gazeta dispensa Fernando Solera

Fernando Solera, não está mais na TV Gazeta
Mais uma reformulação foi colocada em prática, desta vez na Fundação Cásper Líbero, Fundação que é responsável pela TV Gazeta de São Paulo. Em novembro do ano passado o apresentador Thiago Oliveira deixou a emissora, Anita Paskes assumiu o "Super Esporte" agora foi a vez de Fernando Camargo, que ocupava o cargo de subeditor de esportes e estava na empresa há dez anos deixar a emissora junto com  um dos funcionários mais antigos do departamento esportivo,  Fernando Solera, de 81 anos estava na TV Gazeta há 25 anos, também foi dispensado. Em 2010 outro grande nome havia deixado a Fundação,  Dalmo Pessoa, que inclusive participou das primeiras edições do "Mesa Redonda" também havia deixado a emissora com forte identificação entre os paulistanos. Desde então Solera continuou a narrar os vts dos jogos e também a comandar o quadro ‘Futebol Memória’  no "Mesa Redonda". Entre os programas esportivos da TV Gazeta o mais tradicional é o "Mesa Redonda" que vai ao ar nas noites de domingo. O programa que existe desde 1975 ficou conhecido nacionalmente quando era comandado pelo jornalista Roberto Avallone a partir de 1985. Em 2003, houve nova mudança e o programa passou a ser ancorado por Flávio Prado. Atualmente, o programa conta também com os comentaristas Chico Lang, Wanderley Nogueira, Oscar Roberto Godói e pela apresentadora Michelle Giannella. Não se sabe ainda se Solera vai continuar escrevendo o BLOG  "Passe Livre", que é hospedado dentro do site Gazeta Esportiva . Net, sua última postagem foi no último dia 03 de fevereiro.
Fernando Solera  começou sua carreira em São Paulo na Rádio Difusora em 1957. Passou pela rádio e TV Bandeirantes e na TV Record, até chegar à Gazeta, em 1989.
Foto: Divulgação FCL

As Tribos Musicais e sua relação com as mídias

O estudo do Instituto IBOPE analisou seis diferentes tribos musicais: sertanejos, pagodeiros, roqueiros, emepebistas (MPB), funkeiros e gospeis. A escolha baseou-se não apenas nos estilos musicais com maior penetração, mas também considerou os que ocupavam posições de destaque em duas variáveis importantes para análises comportamentais: classe social e faixa etária. Além disso, foi feito um levantamento em parceria com a Crowley, das 100 músicas mais tocadas nas rádios brasileiras de janeiro a agosto de 2013, para dar sustentação à análise. O sertanejo e o pagode estão entre os gêneros musicais mais escutados nas rádios com 58% e 44% de penetração entre os ouvintes, respectivamente. Não por acaso, esses são os estilos musicais com a cara do brasileiro. Os dois grupos são, basicamente, compostos por pessoas de ambos os sexos, da classe C e com idade entre 25 e 35 anos. Os ouvintes desses estilos musicais possuem boa relação com propagandas, com ligeiro destaque para os pagodeiros. Os dois grupos apresentaram uma significativa afinidade com frases do tipo “sempre presto atenção na publicidade no rádio”, “confio nos produtos que os apresentadores de TV indicam” e “gosto de ler propagandas em revistas”. Aliás, a revista é um meio que desperta interesse nesse público: 32% dos sertanejos e 34% dos pagodeiros confiam no meio para se manterem informados, enquanto 27% dos ouvintes de ambos os estilos a consideram como principal fonte de entretenimento. Quando o assunto é rock e MPB, estamos falando dos sons de um público mais elitizado. Os amantes desses gêneros representam 31% e 47% dos ouvintes de rádio, respectivamente, destacando-se pelo alto nível de escolaridade e participação nas classes AB. O que distingue os dois grupos é a idade: enquanto o rock tem presença garantida entre os jovens de 12 a 19 anos (22%), o MPB apresenta boa aceitação entre o público de 45 a 54 anos (18%). Os ouvintes de ambos os estilos também são considerados multimidiáticos. Os roqueiros, por exemplo, leem jornal todos os dias (30%), vão ao cinema regularmente (28%) e geralmente assistem à TV e acessam a internet ao mesmo tempo, enquanto os “emepebistas” gostam dos encartes especiais nos jornais (39%) e confiam no rádio e na internet para se manterem informados (57% e 48%). Essa diversificação do uso de plataformas no momento de consumir conteúdos é reflexo de um público bastante antenado e exigente. Os apreciadores de funk e música religiosa, por sua vez, apresentaram mais similaridades entre eles do que se possa imaginar, especialmente devido à classe social na qual estão inseridos. Os dois estilos foram escutados nas rádios por 17% e 29% dos ouvintes brasileiros, um grupo composto, principalmente, por pessoas da classe CDE e com ensino fundamental incompleto. A faixa etária, outra vez, é o fator de diferenciação entre as tribos: mais de um terço dos funkeiros (38%) têm entre 12 e 19 anos, enquanto os gospeis/religiosos se enquadram melhor entre o público jovem, de 25 a 44 anos (45%). É importante reforçar que a música gospel, embora tenha sido classificada como um gênero, envolve todos os estilos citados acima. Os gospeis/religiosos, por sinal, têm muita afinidade com o rádio. Eles gostam de ouvir entrevistas ou programas falados (47%) e mais da metade deles confia no rádio para se manter informado. Além disso, o meio é encarado como principal fonte de entretenimento por 30% desse público. Já os funkeiros, até pela questão da idade, têm uma ótima relação com o ambiente online, 34% deles afirmam que assistem TV e navegam na web simultaneamente e 39% deles encaram a internet como principal fonte de entretenimento. Seja em busca de distração, entretenimento, informação ou companhia, a realidade é que todas as tribos estão sempre à procura algo em comum: experiência e conteúdo. E nesse cenário midiático altamente competitivo e desafiador, o que se espera é que as rádios continuem tendo o alcance de uma música popular, que os anunciantes tenham sempre a clareza de uma melodia clássica e que as agências estruturem seus planejamentos como verdadeiros cantos gregorianos.
Fonte: IBOPE Media

Rádio Globo lança nova bandeira: “Cerol? Corta essa!"

Nesta semana os programas Manhã da Globo do Rio e SP lançam, separadamente, campanhas contra o cerol, mistura de cola e vidro moído que é proibida mas continua sendo usada por pipeiros nas duas cidades e também no interior dos estados. “Cerol? Corta essa!" quer conscientizar as pessoas sobre o perigo de uma prática irresponsável: soltar pipas com esta substância que transforma pipas em armas letais. O cerol é passado na linha da pipa para ajudar na disputa que os pipeiros travam nos céus, em que um quer cortar a pipa do outro. Mas acaba ferindo e matando pessoas, muitas delas degoladas pela linha. "Uma rádio popular precisa se engajar em campanhas, assumir bandeiras. Este ano já estamos defendendo a paz nos estádios e, agora, o fim do cerol", diz o diretor da Globo, Claudio Henrique. A campanha terá um quadro diário nos programas de Roberto Canázio e Laércio Maciel (com registro e lembrança de acidentes com vítimas, entrevistas com médicos, reportagens com pipeiros e bons exemplos de pessoas que não usam o cerol) e vinhetas na programação com alertas na voz de celebridades.