segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Após assédio moral, emissora jornalística censura opinião de funcionários

Na última edição da coluna Ondas Curtas edição 57 (veja aqui) relatei problemas sérios que estão acontecendo em uma emissora jornalística de São Paulo. Ao que tudo indica o problema mesmo que tardiamente deve ser levado adiante no máximo até a próxima semana. O medo impera na redação, a pressão aumenta todos os dias, e agora  além do assédio moral, existem dois novos episódios que são no mínimo repugnantes e sórdidos.  A direção da casa está pressionando e impondo que os operadores de áudio ensinarem os jornalistas/âncoras a operarem a mesa,  ou seja, a demissão dos operadores  é uma questão de tempo, sabendo disso, eles se negaram. O caso foi parar no Sindicato da categoria, mas o "chefe" faz questão de soltar aos quatro ventos que vai demitir quem não ensinar. O outro assunto é triste demais, censura de opinião, cerceamento a liberdade de imprensa. Pasmem! a empresa de Comunicação que já acionou políticos e lutou contra a ditadura, hoje está proibindo seus (s) funcionário (s)  de exercer a sua opinião,  caso contrário é rua na certa. O tal chefe, que é fraco e perpetua no poder como um membro da família Sarney,  soube mais tarde que outro  funcionário que trabalha em outro setor da empresa, emitiu a mesma opinião sem problema algum, mas o assunto pega mesmo na emissora.
Quero acreditar que  os donos/acionistas/anunciantes dessa importante empresa realmente não sabem dos absurdos que estão ocorrendo por lá há pelo menos um ano.