segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Novo chefe da Jovem Pan, faz mudanças drásticas na tradicional AM da família

Tutinha segue reformulando a JP AM
O novo "chefe"  da Rádio Jovem Pan AM é um velho conhecido dos funcionários da FM, Antônio Augusto Amaral de Carvalho Filho, ou simplesmente Tutinha, idealizador da Jovem Pan 2 e seus áureos  tempos em que a concorrência era menos e o seu "Djalma Jorge" (só quem tem mais de 35 anos sabe do que estou falando) dava eco em São Paulo, foi ele também o criador do Pânico no rádio e na TV. Tutinha  assumiu recentemente o comando do AM, em virtude dos problemas de saúde de seu pai o famoso seu Tuta, e ao lado de seus irmãos: Marcelo, Sílvia, Nina e Fernanda, cada um com sua função dentro das empresas da família Carvalho, vão administrando as mudanças  que são necessárias. Além do AM, do FM e  da Jovem Pan online, existe agora a Rede Jovem Pan News. 
A Jovem Pan AM completou 70 anos, com um "corpinho" de 75, e é justamente  isso que Tutinha quer mudar, até porque o AM vai migrar para o FM, e não se sabe quando, mas o AM será digitalizado e tudo isso está acelerando o processo de reformulação do novo  diretor artístico e chefe da emissora.  A missão é a de rejuvenescer o AM, sem perder a credibilidade e consecutivamente a audiência, ou seja, uma missão nada fácil, mas que deve ser feita.  
Equipe Do JP Moring Show recebeu
Rodrigo Faro na estreia do programa
de entretenimento no AM
Além do jornal da manhã e do futebol as quartas-feiras e aos domingos, a  AM passou a entrar em cadeia na manhã de hoje com a FM, para  retransmitir o programa "Jovem Pan Morning Show"  das 9:30 às 11:30 - sendo que no período de música na FM, o AM segue prestando serviço e informando. Uma mudança tida como drástica para quem ouvia o tradicional “Jornal de Serviços”, mas que pode ser apenas o começo dessa atual fase da emissora. Apuramos que em breve um novo Jornal será lançado no período da manhã na emissora que seguirá retransmitindo a programação em frequência modulada.
Fotos: Divulgação

ESPN e Assessoria na final da 3º edição da Copa Imprensa

Redação Nike

Depois do vice, ESPN de Paulo Sérgio quer levantar a taça
Mantido no cargo após amargar o vice-campeonato no ano passado, o treinador do time dos Canais ESPN, Eduardo Affonso, 44 anos, é a prova de que o trabalho de longo prazo faz diferença no futebol de imprensa. Mas mesmo após conduzir a equipe à segunda final consecutiva, o repórter e apresentador da emissora esportiva diz se considerar mais um “organizador” do que propriamente um técnico, função que seria exercida, na prática, pelo capitão Alê Oliveira, “que conhece bem o futebol de seis”, justifica Affonso. “Eu organizo, escalo e tenho liberdade para mexer no time. E o mais importante é que todos respeitam”, explica o “organizador”. “E acho que na lateral da quadra, com a bola rolando, jogo junto, tentando orientar e posicionar.” O gosto pelo comando da prancheta, no entanto, não é um mero hobby. “Fiz o curso do Sindicato de Treinadores e espero, um dia, num futuro bem distante depois de largar os microfones, exercer a profissão”, revela o futuro colega de ofício de Vanderlei Luxemburgo. Enquanto o futuro não chega, a realidade presente de Affonso será esquivar-se do possível nó tático que Marcelo Prado, treinador do adversário da final, a Assessoria de Imprensa, possa estar lhe preparando. “Vamos deixar para a hora do jogo”, desconversa Prado, quando indagado sobre como quebrar o favoritismo com que os Canais ESPN chegam à decisão. Menos
Assessoria, time do Presidente Luiz Ademar
quer surpreender
experiente que Affonso, Prado, 37 anos, integra a nova geração de técnicos da Copa Imprensa. “Como sou um péssimo jogador, sempre gostei desse negócio de brincar de treinador”, ele conta, sobre seu ingresso na carreira. Numa noite de julho, ele estava nas cativas do Morumbi, assistindo a São Paulo e Bahia na companhia dos amigos Juca Pacheco e Felipe Espindola, quando, em meio ao consumo de amendoins, recebeu o convite para assumir a Assessoria. “Aceitei na hora.” É a segunda participação de Prado como treinador, após ter sucumbido no ano passado com o Globoesporte.com ainda na fase de grupos. Mas como coincidência pouca é bobagem, ele atribui o fracasso da primeira campanha justamente ao adversário da final de 2013. “Não passamos para a segunda fase por causa de uma derrota de 3 a 2 para a ESPN Brasil, com direito a um pênalti absurdo marcado em cima do Paulo Sérgio”, contesta. Ao fechar com a Assessoria, Prado substituía o próprio Edu Affonso, que comandara os assessores em 2011. Tanto quanto ajustar técnica e taticamente as equipes, também cabe aos treinadores administrar as eventuais crises de vestiário. “Tivemos um episódio de um jogador nosso ofender um companheiro durante a partida”, conta Prado, sobre o ocorrido contra a Acesan pelas quartas. “Mas foi resolvido em seguida e posso dizer que todo mundo é muito unido.” Edu Affonso também já teve que exercitar seu lado Émerson Leão para enquadrar um atleta indomável do elenco. “Tem um que está sempre querendo comer pizza antes do jogo e chega invariavelmente atrasado aos treinamentos”, reclama, ressalvando que o comandado em questão sempre acaba perdoado pelo grupo por ser muito gente boa. A curiosidade é que os treinadores da final se conhecem bem. “Edu Affonso é meu amigo pessoal há longa data, saímos para jantar, bater papo e por aí vai”, revela Prado, definindo o adversário da decisão como “uma das melhores pessoas que conheço no jornalismo.” Affonso, por outro lado, assegura que enquanto não ouvir o apito final da partida, o comandante dos assessores será tratado como mero colega de planeta. “O único contato que tenho com o senhor Marcelo Prado, que tem a alcunha de Huguinho e que depois virou Guinho, é que também é meu adversário nas mesas de pôquer. Fora isso, nossa relação é profissional”, define Affonso. O “aquecimento” para a grande decisão contará ainda com outras atrações. A partir das 21 horas, a WS Arena Barra Funda terá o Triangular Feminino, com a participação de três equipes.
Às 23 horas, Record News e SporTV jogam pelo terceiro lugar da copa. 
Segunda (7) Triangular Feminino 21 horas Catadão FC x Band (jogo 1) 21h30 (Perdedor do jogo 1) x TV Globo 22 horas  - TV Globo x (Vencedor do jogo 1) -  Disputa de terceiro lugar – 23 horas SporTV x Record News  - Final – 00h00  Canais ESPN x Assessoria de Imprensa.
Fotos: Divulgação/Nike

A importância das web rádios para os novos profissionais

Gabriel Dias da Rede Contínua
 tem apenas 16 anos
Se tem um setor que prolifera no Brasil, esse é o das web rádios. São emissoras que vão muito além da retransmissão da tradicional   ams ou fms  das cidades, porém são emissoras 100% web. Elas podem ser segmentadas (times ou torcidas de futebol e até empresas diversas) - ou até emissoras esportivas com ênfase no futebol é claro.  Muitas dessas novas "webs" viraram a porta de entrada de jovens  estudantes, radialistas e jornalistas que buscam oportunidades nas emissoras com dial fixo, mas sequer conseguiram um teste.  Em São Paulo, destacamos duas emissoras que merecem respeito, pois estão nos estádios e fazem uma cobertura  que não fica a desejar em comparação com prefixos renomados e tradicionais do am e fm, são elas: Rede Contínua e RNN (Rede Nacional de Notícias). Entre as segmentadas estão Web Lusa, Verdão, Coringão, Santista e tantas outras espalhadas pelo Brasil. Na maioria das webs os funcionários são colaboradores ou ganham cachês modestos, em troca praticam e fazem o que mais gostam. Como as "webs" são novas, ainda não existe uma legislação específica, tanto que a FPF (Federação Paulista de Futebol) e a ACEESP (Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo) ainda não autorizam a entrada do repórter de web no gramado.  Algumas emissoras já estão de olho nesse novo segmento que cresce dia a dia, tanto que alguns trabalham ou trabalharam em emissoras com dial fixo. Em São Paulo a
Gomão Ribeiro, narrador da Web Lusa
Rádio Capital antes da terceirização com a ESPN, contratou o narrador Gomão Ribeiro da Web Lusa, já a Bradesco Esportes FM  no início do projeto trouxe o jornalista   Ivan Bruno, que tinha saído da web e na emissora foi âncora, repórter e narrador,  hoje é somente narrador na
 Conexão FM, outro exemplo é Guilherme Pallesi, responsável pela programação noturna da emissora em São Paulo, que começou no meio pela RFC (Rádio Futebol Clube) emissora que não existe mais,  assim como a Voz do Futebol, que era uma das mais forte no segmento, porém também não resistiu a falta de patrocínio e também naufragou.  Não podemos negar o fato de ter muita gente boa por aí na web, que pode ter um futuro promissor na profissão, desde que os meios de comunicação, especificamente o rádio melhore.
Fotos: Facebook

"Novos" narradores na Rádio Globo de São Paulo

Jesse Nascimento narrou dois jogos
 nesse final de semana
O produtor Carlos Fernando e o repórter Jesse Nascimento, foram as novidades na Rádio Globo de São Paulo nesse final de semana. Ambos narraram nos 1100 KHz, Com as férias de Doni Vieira, já estava programada a narração de Carlos Fernando para ABC e Palmeiras no sábado, seria uma espécie de freelancer da casa, uma vez que é funcionário do setor de programação, mas que já foi narrador fixo da emissora na década de noventa, antes mesmo de trabalhar no canal BandSports. Agora o que ninguém contava era que que o segundo narrador da emissora, Silva Júnior passasse mal, logo nos primeiros minutos do jogo de sábado a noite entre São Paulo x Vitória, fato que fez com que Jesse Nascimento, repórter e chefe de reportagem, assumisse imediatamente o posto. Jesse vem narrando para os jogos exclusivos na internet e além da chance de sábado, narrou também o jogo entre Portuguesa e Santos nesse domingo, uma vez que Silva segue se recuperando. O titular Oscar Ulisses tinha narrado nesse domingo o jogo entre Atlético Mineiro e Corinthians, além do GP da Coréia do Sul de F1 durante a madrugada. Assim, os "novos" narradores trabalharam bastante  nesse final de semana na Globo de São Paulo.
Foto: Facebook

Blog vai cobrir 2ª edição Mídia JOR

Vamos cobrir a partir de hoje, a segunda edição do mídia.JOR, um seminário que reúne sua experiência e olha para o futuro e vai até a próxima quarta-feira. O  objetivo do evento é reunir profissionais que são referências nacionais e internacionais em um intercâmbio de pensamentos, práticas e tendências sobre o futuro do jornalismo e da comunicação. Os desafios da mídia nacional em ano de Copa do Mundo e eleições presidenciais, o papel do jornalismo investigativo nos esportes e política, as mídias sociais como negócio e a atuação dos jornalistas na cobertura de conflitos e manifestações são alguns dos temas tratados que desafiam o jornalismo contemporâneo.  O Mídia JOR, acontece no Teatro Aliança Francesa fica na Rua General Jardim, 182, Centro, São Paulo.