quinta-feira, 13 de junho de 2013

Jovem Pan am dispensa dois repórteres experientes

Há três décadas, Renato Otranto era a
"voz "da Pan  em Campinas
Nas ultimas edições da coluna "Ondas Curtas" informamos que a direção da Rádio Jovem Pan de São Paulo, am 620 KHz estava passando por uma reformulação e que aos poucos  algumas mudanças  na emissora que é referência no jornalismo e no esporte, iriam acontecer. Pois bem, após a saída do repórter Marcelo Lima, que esteve na emissora por 19 anos, agora foi a vez de outros dois experientes repórteres deixarem a empresa: Renato Otranto, que estava na Pan há 30 anos, onde cobria as informações do esporte e do jornalismo na região de  Campinas, foi desligado da empresa na última segunda-feira, junto com Douglas Porto, que tinha
Douglas Porto era repórter
 da emissora em Santos
17 anos de casa. Porto começou na Pan como narrador esportivo em 1996, exerceu a função  até 2002. Com a saída de Luciano Faccioli, Douglas Porto foi   convidado para ser repórter/  setorista do Santos F.C. e também   do jornalismo na baixada até o começo dessa semana, quando retornou de férias e foi informado do seu desligamento.
Fotos: Arquivo Internet

A revoada dos passaralhos


No ano passado  1.213  jornalistas foram
demitidos, esse ano número pode aumentar 

Passaralho é um jargão agressivo para as demissões em massa nos meios de comunicação. Remete a pássaros, revoadas de algo que destrói tudo por onde passa. De março a maio de 2013, eles passaram sobre redações grandes como Estadão, Valor Econômico, Folha de S. Paulo e já sobrevoam a editora Abril, a maior do país, além de atingir a maioria dos jornalistas em redações menores, como Brasil Econômico e Caros Amigos. Isso, somente dentre as empresas sediadas na cidade de São Paulo. No estado inteiro houve demissões no jornal A Tribuna, o maior da região da Baixada Santista, e na Rede Anhanguera de Comunicações (RAC), que domina as regiões ao redor de Campinas, Ribeirão Preto e Piracicaba. Considerando apenas os jornalistas registrados em carteira e somente na cidade de São Paulo, foram registradas 280 demissões homologadas de janeiro a abril desse ano, 37,9% a mais que no mesmo período de 2012, quando foram registradas 203 homologações por conta de demissões. Ou seja, tudo indica que 2013 será pior que o ano passado, quando mais de 1.230 jornalistas foram demitidos de redações no Brasil. Os motivos, em geral, foram “reestruturações”, que nada mais são que novas formas de organizar o trabalho usando menos pessoas e mais tecnologia. “É um ponto fora da curva”, diz Paulo Totti, que, com quase 60 anos de jornalismo, também foi vítima do corte no Valor. Totti usa a expressão para explicar que, na indústria do jornalismo, os trabalhadores mais experientes são descartados facilmente e substituído por recém-formados – o oposto do que acontece em outras áreas. “Em nenhum outro ramo da economia se vê atitudes semelhantes. Os administradores têm a preocupação de manter a sua mão-de-obra qualificada”, diz Paulo, que sempre cobriu economia, e com excelência. Em 2006 foi vencedor Prêmio Esso, o mais respeitado do jornalismo brasileiro, com uma série sobre a economia chinesa. Meses antes de ser demitido, havia se oferecido para fazer oficinas com cada uma das editorias do Valor, para ajudá-las a melhorar a qualidade dos textos. “Há, claro, uma certa surpresa, já que a demissão não decorre de uma maior ou menor dedicação ao trabalho. Mesmo um jovem fica meio intranquilo quanto ao seu futuro. Pior: se o cara desempenhar.
Por: Camila Rodrigues, Bruno Fonseca, Luiza Bodenmüller e Natalia Viana 
Trecho do texto que você pode ler diretamente no ótimo site Agência Pública

Super Tupi no RJ e 105 FM em SP seguem com ampla folga na liderança esportiva

Todo início de mês é assim, a direção das principais emissoras do país recebem os índices de audiência do último trimestre. Já estamos com os números em mãos, antecipamos que a medição trouxe poucas novidades no eixo Rio-SP. No mercado paulista a  105 FM segue aumentando a sua vantagem em relação as concorrentes, já no Rio de Janeiro a Super Tupi tem motivos de sobra pra novamente comemorar, uma vez que das 24 horas, a emissora lidera 22 horas. Somente o "Momento de Fé" do Padre Marcelo Rossi da Rádio Globo consegue superar a TUPI. Como de costume, vamos publicar a audiência completa e detalhada do rádio esportivo carioca e paulista.

Grupo RBS lança "Rádio Fanática" para cobrir Copa das Confederações

A Rádio Fanática, veículo online que cobrirá a Copa das Confederações, estou no ar ontem 12. O projeto especial é uma iniciativa do Grupo RBS, em parceria com a Famecos, e envolverá estudantes de Jornalismo, que deverão registrar em suas matérias uma visão mais jovem e ligada à internet a respeito do torneio. Criada a partir da Liga dos Fanáticos - projeto multimídia do Grupo RBS, que terá cobertura em todas as plataformas, dos fatos relativos aos principais campeonatos esportivos de 2013 e 2014 -, a emissora funcionará na web até 30 de junho. Para trabalhar na rádio, foram selecionados 12 estudantes da Famecos, que ficarão sob a coordenação de dois professores da instituição, Fábio Canatta e Geórgia Santos. O estúdio da Rádio Fanática já está montado dentro da Gaúcha para que, diariamente, 15 horas da programação da emissora na web tenham transmissões ao vivo. Para acessar, os ouvintes devem entrar no site da Rádio Gaúcha ou na página da Liga dos Fanáticos. Os internautas também poderão se comunicar com a emissora pelo e-mail radiofanatica@rdgaucha.com.br ou pelos perfis nas redes sociais. O projeto multimídia Liga dos Fanáticos reunirá cobertura jornalística, eventos e ações comerciais para preparar os gaúchos e catarinenses dentro e fora de campo. A iniciativa mobilizará todas as plataformas e veículos do Grupo RBS para os fatos relativos às competições até o início dos eventos, sempre sob a ótica do público. Os preparativos das cidades-sede, notícias sobre as seleções, os craques que virão ao Brasil, os negócios, os investimentos em infraestrutura, a expectativa do turismo e eventos que ocorrerão ao longo deste e do próximo ano são temas que nortearão a cobertura. Integram a equipe da rádio os estudantes Airan Albino, Anna Veiga, Bibiana Dihl, Bruno Andreoni, Diego Brião, Eduardo Bertuol, Emerson Alves, Gabriel Correa, Guilherme da Silva, Luiza Lorentz, Ohana Constante e Thyeny Santos.

Debate sobre o futuro do rádio, lembrará os 85 anos de morte de Landell de Moura

Padre Landel de Moura,
falecido há 85 anos
Com as presenças já confirmadas de Alexandre Machado (Cultura FM), Álvaro Bufarah (Professor da Faap e integrante do Núcleo de Pesquisadores dos Cursos de Radiojornalismo), André Luís Costa (BandNews FM), Filomena Salemme (ex-Rádio Estadão), Milton Jung (CBN) e Nelson Breve Dias (EBC), Jornalistas&Cia realizará no próximo dia 28/6 (6ª.feira), das 14h às 16h, na Câmara Municipal de São Paulo – Sala Sérgio Vieira de Mello – o debate intitulado De Landell à web – O futuro do rádio, em homenagem ao 85° aniversário de morte do padre-cientista Roberto Landell de Moura, o primeiro homem do mundo a transmitir a voz humana por um aparelho de rádio. O padre Landell faleceu em 30 de junho de 1928, em Porto Alegre, esquecido por sua gente e ignorado pela História do Brasil. O debate, que também tem o objetivo de resgatar a memória de Landell, terá a presença de alguns dos mais expressivos nomes do rádio brasileiro, além de convidados que estudam e pesquisam a área. O evento será aberto pelo biógrafo de Landell de Moura, Hamilton Almeida, que já publicou quatro livros sobre a saga do padre-cientista, um deles na Alemanha. Ele fará um histórico da obra e saga de Landell de Moura. Cada debatedor falará de um tema específico, ligado às respectivas experiências profissionais. Alexandre Machado, por exemplo, titular do programa Começando o Dia, da Rádio Cultura FM, abordará O rádio e a contribuição à Cultura de uma nação. Álvaro Bufarah, professor da Faap e integrante do núcleo de pesquisadores acadêmicos de radio-jornalismo, discorrerá sobre Os desafios do ensino do rádio diante da revolução da comunicação no mundo. Já o diretor de Jornalismo da BandNews FM, André Luís Costa, debaterá com os presentes O rádio e a importância de falar com os jovens, desafio que vive no dia-a-dia de seu trabalho. Filomena Salemme, a editora-chefe que deixou recentemente a Rádio Estadão, após 20 anos de casa, vai abordar A vocação do rádio contemporâneo em tempos de redes sociais e mobilidade. O tema reservado para Luiz Carlos Ramos, diretor de Jornalismo e Esporte da Rádio Capital AM, que foi por 40 anos do Grupo Estado, é Os desafios de se fazer jornalismo numa rádio popular. Milton Jung, âncora da CBN e hoje um dos mais conhecidos nomes do jornalismo brasileiro, que ali também estará representando a diretora de Redação Mariza Tavares, que estará de férias, vai falar sobre O rádio e a saga da integração nacional num país continental. Nelson Breve Dias, presidente da EBC – Empresa Brasileira de Comunicação, que tem a responsabilidade de conduzir os veículos de comunicação do Governo Federal, entre eles a Rádio Nacional, terá como tema Os desafios da rádio pública num país continental e emergente. O evento é gratuito e aberto a todos os interessados, mas as vagas são limitadas. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail perfil@portaldosjornalistas.com.br ou tel 11-3861-5280, com Zeza Loureiro ou Vinícius Ribeiro.

Pesquisa revela que quase metade dos ouvintes de rádio ouvem música sertaneja

Brasília é a capital  pesquisada onde  mais se
ouve a música  sertaneja no Brasil
A música sertaneja é trilha sonora para o dia a dia de uma grande parcela da população brasileira. Nas principais capitais e regiões metropolitanas do País, 47% das pessoas que ouviram rádio nos últimos meses afirmam escutar o gênero com frequência. Dados do Target Group Index, do IBOPE Media, indicam ainda que a classe C é maioria (52%) entre os ouvintes desse estilo musical no rádio, seguida da classe AB (36%) e DE (12%). Quando considerada a faixa etária dos ouvintes, os adultos de 25 a 34 anos são os que mais apreciam esse estilo, 23% afirmam ouvir música sertaneja frequentemente. Em relação às capitais brasileiras, o gênero é mais apreciado em Brasília, onde 56% dos ouvintes de rádio declaram ouvir com frequência músicas sertanejas. Em seguida aparece Curitiba, com 53% de ouvintes do estilo. Em contrapartida, Recife e Rio de Janeiro são as capitais onde menos pessoas escutam esse tipo de música: 26% e 28%, respectivamente. 
Sobre a pesquisa: O estudo Target Group Index é realizado pelo IBOPE Media nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Brasília e nos interiores de São Paulo e das regiões sul e sudeste. A representatividade é de 49% da população brasileira entre 12 e 75 anos, ou 71 milhões de pessoas.
Fonte: IBOPE

Há um ano da Copa do Mundo, Rádio Bandeirantes comanda programas direto do "Itaquerão"

 O jornalista Sérgio Patrick comandou o
 "Esporte em Notícia"  direto do  Itaquerão 
Em programação especial para comemorar um ano para a Copa do Mundo do Brasil, a Rádio Bandeirantes transmitiu dois programas direto do "Itaquerão" nesta quarta-feira, dia 12. Sergio Patrick comandou o “Esporte Notícia” e Milton Parron apresentou o “Ciranda da Cidade”, que teve como convidado o ex-presidente do Corinthians e responsável pelas obras do estádio Andrés Sanchez e o engenheiro Frederico Barroso, gerente de operações da construtora Odebrecht. Andrés comentou sobre a dificuldade de cumprir as exigências da Fifa na construção do estádio, que já está quase 80% concluído. “Em 2009 eu já tinha a certeza de que o estádio seria construído aqui, mas para 50 mil pessoas. Infelizmente ou felizmente, por uma necessidade de São Paulo, ele se tornou um estádio de Copa do Mundo. Mas eu disse que estádio do Corinthians quem paga é o Corinthians. Quem quiser estádio de Copa do Mundo, que pague”, disse. “A Fifa tem entendido de uns tempos para cá que o projeto é muito bem feito e está adaptando exigências”, acrescentou. O ídolo corintiano ainda falou sobre o empréstimo que o Corinthians deve receber na próxima semana do BNDES, de 400 milhões de reais. “Nós vamos pagar depois. Estamos dando o nosso maior patrimônio, nosso estádio, como garantia”, disse. O dirigente ainda contou que supervisiona semanalmente o futuro estádio e que seu maior orgulho é o fato de nunca ter havido acidentes na obra. 
Foto: Vanessa Lorenzini/Rádio Bandeirantes