sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Rádio Estadão terá narrador de "impacto" e transmissões somente "off-tube", garante diretor

 Redação Comunique-se   -  Anderson Cheni e Anderson Scardoelli 
Exclusivo
Acácio Luiz Costa é responsável pela
 nova fase da emissora do Grupo Estado
Diretor executivo das rádios do Grupo Estado, Acácio Luiz Costa argumenta que as jornadas esportivas comandadas no estúdio têm mais pontos positivos do que as partidas que contam com o locutor diretamente no estádio. Com essa visão, ele conta com exclusividade ao Comunique-se que a equipe esportiva da Rádio Estadão, que deve ser formada até o final do mês, vai realizar somente transmissões "off-tube"
Com histórico de estar à frente de veículos de comunicação em momentos de reformulação dos departamentos esportivos - foi durante sua gestão que Éder Luiz deixou a Band FM (em 1999), a Rádio Globo de São Paulo passou a "fazer tubo", e no fim do ano passado, a parceria do Estadão com a ESPN chegou ao fim -, Costa afirma amar a editoria e que sabe o valor dela para as grades das estações radiofônicas do país. Ao falar do seu carinho pelo setor, adianta que a equipe de esportes em montagem terá cinco repórteres, dois narradores e um comentarista. Sem revelar nomes, enfatiza que um dos locutores é "um nome de impacto". 
O experiente operador de  externa
 Luiz Henrique "State" já foi dispensado
Apesar de valorizar os investimentos na crônica esportiva e cravar que essa equipe ainda sem estreia definida será "grande" e autora de "conteúdo diferenciado", o diretor explica que a equipe técnica vai diminuir. Na noite dessa quinta, 17, dois operadores de externas, que acompanham os jornalistas nos estádios durante as transmissões de futebol, já deixaram a emissora. Luiz Henrique Oliveira (conhecido pelo apelido State) e Anderson Tico foram as baixas. Além do time de esportes a ser apresentado ao público, ao receber o colunista Anderson Cheni e o subeditor Anderson Scardoelli na sede do Grupo Estado, em São Paulo, o executivo também fala do núcleo de hard news da Rádio Estadão - responsável pela maior parte da programação da marca que entrou no ar no primeiro dia de 2013. A integração das mídias na empresa de comunicação e o fim da parceria com a ESPN também aparecem na conversa. 
Confira a íntegra da entrevista de Acácio Luiz Costa ao Comunique-se: 
Quais os projetos para a rádio com o fim da parceria com a ESPN? 
Vamos fazer a primeira rádio de conteúdo do Brasil, onde todas as plataformas estarão juntas. Não importa se no dial, na internet ou no jornal, o importante é que o Estadão estará produzindo. Todas as mídias estarão juntas em uma só emissora. Para o rádio, ainda vamos aumentar a nossa equipe de jornalistas. 
Desde que entrou no ar, em 1° de janeiro, a emissora está focada em hard news. 
A Rádio Estadão vai investir em uma equipe esportiva? 
Estamos em negociação com alguns profissionais para dar início às jornadas esportivas. Atualmente, já contamos com boletins feitos pelos profissionais do jornal impresso [Daniel Akstein Batista (Palmeiras), Fernando Faro (São Paulo) Victor Marques (Coritnhians) e Sanches Filho (Santos)] e com o 'Estadão Esporte', transmitido aos domingos. Em relação ao formato, adianto que iremos mudar o conceito de transmitir esportes, conceito esse que não muda desde 1950. Hoje, a programação exige outro formato. 
E como será esse novo conceito? 
Fazer as transmissões de futebol para quem estiver assistindo o jogo. Quando era o tempo áureo do rádio, a televisão não tinha o alcance que passou a ter no decorrer das últimas décadas. Atualmente, no Brasil, a televisão está inserida em mais de 98% dos lares. 
Qual será a estrutura para as transmissões dos jogos? 
Somente o repórter estará em campo cobrindo o jogo. Onde a equipe estiver, ele estará. Comentarista e narrador ficarão no estúdio, onde fica muito mais fácil com a tecnologia ver o jogo. O tubo [transmissão a partir da emissora] tem mais informação. Não adianta ter o locutor no estádio dizendo "não foi gol", enquanto as câmeras no estúdio mostram o contrário. Essa decisão não tem nada a ver com custos, pois não iria mudar em nada mandar equipe completa para o Pacaembu ou Morumbi, por exemplo. É uma estratégia baseada em recursos tecnológicos. 
Quantos profissionais serão contratados para o núcleo esportivo? 
Será uma equipe grande. Contrataremos dois narradores, cinco repórteres, dois colunistas e um comentarista. Por questão de contrato, ainda não posso revelar quem são, mas garanto que um dos locutores é um nome de peso. A equipe deve ser apresentada até o final do mês de janeiro. Em fevereiro, as transmissões esportivas terão início. Por outro lado, a equipe técnica vai diminuir. 
Tem a previsão de quantas partidas serão transmitidas pelo Rádio Estadão? 
Ainda não levantei esse dado, mas a quantidade não será tão grande. Vamos transmitir somente os jogos importantes. É a mesma estratégia que se aplica à política, não é porque é um assunto importante que vamos passar a transmitir as sessões da Câmara. A nossa equipe esportiva terá o espaço que merece, um espaço de destaque. Amo esporte no rádio. Essa história de eu chegar na emissora e tirar o esporte não tem fundamento. Além das transmissões das partidas, essa equipe comandará outros programas? 
Não teremos um programa específico de esportes na programação durante o decorrer da semana, mas a informação esportiva com os repórteres, colunista e comentarista terá espaço durante a nossa programação, como já estamos tendo desde o início dessa nova fase da emissora. 
A equipe chegará forte comercialmente mesmo dedicando-se apenas às jornadas? 
Já temos duas cotas vendidas para o esporte. A marca Estadão é muito forte e tem peso para isso. Independentemente da bola rolando, temos conteúdo. Exemplo: meses atrás, o Luiz Antônio Prósperi [repórter do impresso] entrou ao vivo na rádio e foi o primeiro a divulgar o acerto do Felipão como novo técnico da seleção. Esse e o próximo ano são de grandes eventos no esporte. Como o veículo está se programando? 
Estamos negociando os direitos da Copa das Confederações [este ano] e Copa do Mundo [2014] como um projeto multimídia, com todas as empresas do Grupo Estado. O custo para essas transmissões é muito alto, cerca de US$ 850 mil. Caso a detentora não aceite as propostas do Grupo Estado, não vai dar para cobrir os eventos com os direitos. 
Você chegou ao Grupo Estado sabendo que a parceria com a ESPN chegaria ao fim?
Quando vim para cá em julho de 2011, não sabia que a parceira de conteúdo com a ESPN iria terminar. Mesmo com o fim, mantivemos boa relação. A decisão de romper foi exclusivamente estratégica do grupo em querer focar na marca Estadão. E ela, a decisão, chegou ao meu conhecimentos no fim do semestre passado. 
Seis meses sabendo que a ESPN deixaria a grade, e a Rádio Estadão entrou no ar sem equipe esportiva... 
Tive seis meses para estruturar uma nova rádio, isso tendo que dar conta da antiga [denominada até o último 31 de dezembro de Estadão-ESPN]. Depois da decisão da saída da ESPN, conversamos bastante. Pensamos em continuar com alguns profissionais deles, caso do PVC, que continua como colunista do Estadão. Informamos nosso interesse à direção da ESPN. Eles não liberaram, e nós respeitamos. 
Há meta no Ibope para a emissora?
Nosso objetivo é a qualidade. Não estamos preocupados com a quantidade, mas é claro que não gosto de audiência baixa. Não vamos decepcionar o nosso ouvinte a nossa audiência.
Fotos: Anderson Scardoelli/Comunique-se e arquivo pessoal

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Novidades na Kiss Fm

Prêmios que a Kiss vai sortear no Guarujá
A Kiss FM (102.1 Mhz) lançou em sua página oficial do Facebook, um aplicativo que permitirá aos internautas ouvir a programação Classic Rock da emissora por meio da rede social. O aplicativo, chamado Kiss FM Facebook Player é muito simples de usar: basta acessar a página da emissora no Facebook (www.facebook.com/radiokissfm) e clicar no ícone Ouça a Kiss FM. Desde 27/12 de quinta a domingo das 16 até a meia noite,a emissora também está com um Stand de verão no Casa Grande Boulevard Mall, no Guarujá. A emissora vai permanecer por lá até o dia 12 de fevereiro. Além de acesso à rede Wi-Fi e ao jogo The Beatles Rock Band, a emissora vai sortear também a biografia do Neil Young para quem passar por lá. O endereço do stand da Kiss no Guarujá é: Casa Grande Boulevard Mall - Av. Miguel Stéfano, 1001 - Enseada - Guarujá.
Foto: Divulgação

Rádio Gaúcha bate todos os seus recordes de audiência em 2012

Em 2012, a Rádio Gaúcha bateu todos os seus recordes históricos de audiência. A constatação baseia-se em um cruzamento de dados de audiência da emissora, de 2004 a 2012, fornecidos pelo Ibope. Conforme este levantamento, no ano passado a Gaúcha conquistou a audiência de, em média, 38.582 ouvintes por minuto, batendo o recorde de todos os anos anteriores. Em 2011, foram 38.050; e em 2010, 35.070. No segmento principal em que atua, de talk & all news, a Gaúcha alcançou um share (participação de audiência) de 70%, em média, no ano de 2012. No ano retrasado, registrou 69,2%; e em 2010, 68,2%. Já dentre outras emissoras de rádio no segmento de esportes, o share da Gaúcha foi ainda maior, de 80,9%, em média, no ano que passou. Em 2011, obteve 76,4%; e em 2010, 77,8%.
Sobre a Rádio Gaúcha
Voltadas aos segmentos de jornalismo e esporte, a Rádio Gaúcha está presente em sete estados por meio de mais de 160 emissoras afiliadas à Rede Gaúcha SAT. Conta também com sedes em Santa Maria e Caxias do Sul, no interior do Rio Grande do Sul, com programação própria. Opera em AM e FM e está presente em todas as plataformas, com som 100% digital, para facilitar o acesso a seus ouvintes. É líder em audiência no seu segmento e tem o maior número de ouvintes entre o público adulto classes A e B da Grande Porto Alegre. O foco da programação são as transmissões de eventos e o hard news, informando sempre com agilidade os grandes acontecimentos no estado, no país e no mundo.

Canal Combate: livro com fotos históricas remonta a história do MMA

Capa  do livro "Do Vale-Tudo ao MMA –
 100 anos de luta"
Jornalista que acompanha o mundo do MMA desde 1992, Marcelo Alonso, apresentador do canal Combate, lança o livro "Do Vale-Tudo ao MMA – 100 anos de luta". A obra, produzida pela editora PVT e que teve o canal Combate como grande parceiro, foi feita em conjunto do jornalista japonês Susumu Nagão, um dos maiores fotógrafos de luta em todo o mundo, tendo acompanhado de perto os primeiros desafios de ídolos como Royce Gracie. O lançamento aconteceu ontem, na livraria FNAC Pinheiros.
No Rio de Janeiro, o  lançamento  está programado para a FNAC do Barra Shopping, no dia 22, também a partir das 19h30min. Em ambos é aguardada a presença de algumas das grandes personalidades do mundo das lutas. "O livro procura resgatar, mesclando imagens marcantes e um texto conciso, os capítulos mais importantes da história do MMA. Conta com imagens desde o encontro do japonês Conde Koma com os irmãos Gracie, que marcou o início do jiu-jitsu brasileiro, e as lutas de Helio e Carlson Gracie, o pontapé inicial para o que hoje chamamos de MMA. Vai deste ponto à consagração do esporte através de ídolos como Royce Gracie, Rodrigo Minotauro e Anderson Silva, entre outros, além de acompanhar desde os primeiros momentos o crescimento de organizações como o UFC", comenta Marcelo Alonso. Com 150 páginas, capa dura e escrito em Português e inglês, o livro é resultado de um meticuloso trabalho de pesquisa contando com registros históricos do início do século passado. Além das fotografias dos próprios autores Marcelo Alonso e Susumu Nagão, "Do Vale-Tudo ao MMA – 100 anos de luta" traz fotos recuperadas através de pesquisas e imagens inéditas de fotógrafos como Ricardo Azoury e Roberto Price, de eventos emblemáticos como o Vale-Tudo do Grajaú (jiu-jitsu vs luta livre), em 1991, e os combates no Maracanãzinho, em 1984. "A obra remonta através das suas ilustrações e textos grande parte da história deste esporte que cada vez alcança mais fãs ao redor do mundo", explica Susumu Nagao. 

Rádio SulAmérica Trânsito lança novo quadro “92 por Hora Express”

A cidade de São Paulo oferece milhares de opções de passeios, mas o cidadão geralmente enfrenta um problema para chegar a seu destino: o trânsito. Por isso, a Rádio SulAmérica Trânsito lança nesta sexta-feira, dia 18, o quadro “92 por Hora Express”, que vai sugerir atrações culturais e ainda informar os melhores caminhos para chegar aos locais com tranquilidade. 
A novidade é uma consequência do sucesso do programa “92 por Hora”, que estreou em fevereiro do ano passado e traz uma hora de entrevistas com atores, escritores, músicos e/ou esportistas nas noites de segunda-feira, tradicionalmente um horário com tráfego mais ameno. Atualmente em recesso, a atração volta ao ar no próximo dia 11 de fevereiro. Sob responsabilidade da repórter Claudia Rocha, o “92 por Hora Express” seleciona shows, exposições, peças de teatro, entre outros, especialmente aos ouvintes da emissora. 
A partir da próxima semana, o quadro vai ao ar toda quarta e sexta, às 12h40, 15h40, 21h05 e 0h05. ww.sulamerica.com.br/radiotransito/ www.facebook.com/radiosulamericatransito www.twitter.com/rstnoar