Censura em coletiva de Felipão não dá certo

Felipão, no grito  ou na má educação
Jornalistas que cobrem a seleção brasileira sabem muito bem que dependendo do momento um acordo pode ser feito entre os jornalistas antes do entrevistado seja ele quem for conceder a entrevista. Concordo que se for algo pessoal o profissional pode até pensar duas vezes e seguir com a "pauta". Mas no caso do jogador Diego Costa, a CBF (Marin, Felipão e até Parreira) se superaram com a tamanha falta de comunicação, e olha que uma empresa de telefonia patrocina a entidade. Nessa quinta-feira (31/10) o repórter Sérgio Rangel, da sucursal da Folha de São Paulo no Rio de Janeiro, não seguiu o caminho de alguns outros colegas que aparentam ter o rabo preso com a CBF e fez o seu papel de jornalista. Simplismente perguntou o que não estava na pré pauta do senhor Rodrigo Paiva, assim como Felipão foi irônico, mas teve coragem e tocou na ferida da CBF ao questionar Felipão e Parreira a respeito da falta de patriotismo ou seja lá o que for, quando um atleta diz não para a seleção do país onde nasceu e se isso cabe aos treinadores que já comandaram outras seleções, Felipão que é uma raposa velha no futebol (no bom sentido) ficou tonto como se tivesse levado uma joelhada digna de MMA e foi mau educado com o repórter ao classificar a pegunta como ridícula, coisa que cá pra nós profissionais de São Paulo não é novidade. Ele poderia simplesmente não responder e ponto, mas deu voltas e literalmente pipocou. Alô Sérgio Rangel, parabéns e por favor, daqui há quatro anos pergunte novamente se houve falta de patriotismo de Felipão ao comandar Portugal e convocar o brasileiro Deco e se der grave tudo pois ele pode dizer que foi vítima de uma pegadinha.
Charge: Aroeira

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