Ayrton Senna está vivo na capa da ALFA de abril

E se ele saísse daquela Williams azul e branca sem um arranhão?
Quem seria o campeão aos 52 anos?  Esta foi a pergunta que ALFA fez a Reginaldo Leme, o mais influente e um dos mais longevos jornalistas de automobilismo do Brasil. Reginaldo e Senna foram amigos e conviveram por mais de 15 anos em paddocks e hotéis do circo da Fórmula 1.
O jornalista não apenas abraçou a ideia como entrou em pormenores -- dos pontos obtidos nos outros três campeonatos mundiais que Senna teria ganhado até se aposentar em 1999 a detalhes vívidos de batalhas contra Michael Schumacher.
Todas as frases de Senna nessa reportagem fictícia foram inspiradas ou retiradas de suas entrevistas dadas em vida. A matéria é ilustrada com imagens de Keith Sutton, fotógrafo que foi também relações públicas de Senna no início dos anos 1980.
Os cliques mostram momentos raros do piloto antes da fama: em casa, nos treinos e até malhando na piscina. “Tenho certeza de que ele foi o maior de todos e teria sido campeão de novo. Pela Ferrari!”, afirma Sutton, sem saber que Reginaldo Leme havia imaginado a mesma coisa.
A homenagem é composta ainda um por uma análise que discorre sobre a carreira e vida de Senna, com o título “Por que não haverá outro igual”. Além de usar detalhes técnicos da carreira que o Senna "real" teve, o jornalista Paulo Nogueira cita uma recente entrevista feita pela BBC com os maiores pilotos da atualidade.
Os campeões Fernando Alonso, Lewis Hamilton, Mika Hakkinen e Michael Schumacher - que bateu cada recorde de Senna - concordam que Senna foi o maior.

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