A Cruxificação do Santo André


Trabalhei ontem na final do campeonato Paulista no jogo entre Santos e Santo Andréno estádio do Pacaembu.
Sem dúvida alguma foi um dos melhores jogos que eu fiz na vida, foi vibrate, emocionante e por muito pouco não tivémos um trajedia santista, digna de um Maracanazo de 50, guardada é claro as devidas dimensões.
O Santo André jogou tudo que não tinha jogado antes, foi um time surpreendente que foi pra cima, atrevido e desrespeitoso, mas o fato lamentável foi a mancha no título do peixe, poia a auxiliar Maria Eliza Correa Barboza (foto) que não tinha trabalhado em nenhum jogo importante na temorada pisou na bola e acabou prejudicando o verdadeiro futebol muleque de ontem, o do Santo André ao anular um gol legítimo do Ramalhão, que pecou nas finalizações nos dois jogos, quando não foi a pontaria, foi a trave ou um chute fraco de Rodriguinho que consagrou o volante Arouca do Santos.
Sálvio Spínola também foi rigoroso ao expulsar Léo e Nunes, o segundo jurou que nesse mundo redondo do futebol que quando reencontrar o baixinho do Santos dará o troco.
O torcedor santista vibrou bastante, após ficar literalmente com muito medo ou receio de ver o ataque dos 100 gols iria para a "cucúia", como dissémos ontem na transmissão: " Quem tem... tem medo" Dorival confessou tudo isso no pós jogo.
Em meio a tantos lances e a um jogo nervoso e corrido, um comentário ficou guardado em minha cabeça quandro Roberto Brum foi expulso: " Tá vendo, isso foi castigo de Deus em virtude do episódio das criancinhas da entidade espírita" disse um amigo.
Mesmo sabendo que Brum, evangélico ferrenho que não teve nada haver com esse episódio lembrei que Deus não castiga ninguém, só não podemos afirmar r o mesmo a respeito de árbitros e auxiliares no futebol.
Santo André o santo : Discípulo de Jesus, e irmão de Simão Pedro. Também recebeu uma crucificação diferente ao invés da cruz em forma de T, preferiu morrer em uma em forma de X, pois se achava indígno de morrer da mesma forma que Jesus. Essa cruz está presente no brasão da cidade e é conhecida como a Cruz de Santo André.
Foto: Editora Abril

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